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Venda antecipada reduz risco do coronavírus sobre o mercado de soja

DESTAQUES, Venda antecipada reduz risco do coronavírus sobre o mercado de soja 11 de fevereiro de 2020

Avaliação é do presidente da Aprosoja Brasil, para quem o efeito da epidemia sobre as exportações brasileiras do grão deve ser pequeno

Mais de 60% da soja que estão sendo colhida nas lavouras brasileiras já foi vendida de forma antecipada, principalmente para o continente asiático. Na avaliação da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), esta situação traz algum fôlego ao produtor diante dos riscos relacionados à epidemia de coronavírus, iniciada na China e que já atinge outros países em várias partes do mundo.

“A expectativa é de que nós não vamos ser afetados. Se for, é muito pouco. Neste momento, o produtor pode trabalhar tranquilo, buscar as melhores oportunidades porque o mercado de alimentos, principalmente o mercado de soja, está em crescimento”, afirma o presidente da entidade, Bartolomeu Braz Pereira, em mensagem de vídeo divulgado pelas redes sociais (assista abaixo).

O Brasil deve colher neste ano a maior safra de soja do mundo. Estimativas oficiais do governo brasileiro e também de consultorias privadas apontam uma colheita superior a 120 milhões de toneladas. Os Estados Unidos, que sofreram com problemas climáticos nesta safra, produziram menos de 100 milhões de toneladas, de acordo com as estimativas do governo do país.

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Safras e Mercado projeta colheita de soja em 124,5 milhões de toneladas

5 milhões de toneladas, DESTAQUES, Safras e Mercado projeta colheita de soja em 124 11 de fevereiro de 2020

Para os analistas, excesso de chuvas na faixa central não trouxe perda significativa e retorno da umidade impediu perdas maiores no Rio Grande do Sul e Bahia

A consultoria Safras & Mercado revisou para cima sua projeção para a safra brasileira de soja 2019/2020. A empresa acredita em uma colheita de 124,554 milhões de toneladas, alta de 4,4% em relação ao ciclo 2018/2019, estimado em 119,306 milhões. O relatório anterior, divulgado em janeiro, projetava uma produção de 123,589 milhões de toneladas para o ciclo atual.

Na avaliação da consultoria, os sojicultores brasileiros plantaram uma área total de 37,072 milhões de hectares nas regiões produtoras do país, 1,9% a mais que na safra 2018/2019, de 36,384 milhões de hectares. Os analistas também ajustaram as estimativas de produtividade em algumas regiões, especialmente no Centro-oeste, que concentra a maior produção nacional.

“A evolução da colheita, embora em um ritmo mais lento que a média normal para essa época do ano em nível país, começou a revelar produtividades acima do esperado no Mato Grosso e em Goiás”, avalia o analista Luiz Fernando Roque, em nota divulgada pela Safras & Mercado.

Na visão dele, o Brasil caminha para consolidar uma nova safra recorde. O excesso de chuvas registrado em algumas localidades da faixa central do país não afetou de forma significativa as lavouras. Já no Rio Grande do Sul e na Bahia, que sofreram com estiagem, o retorno da umidade em janeiro trouxe alguma recuperação para as plantas e impediu perdas maiores.

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Safras e Mercado projeta colheita de soja em 124,5 milhões de toneladas

5 milhões de toneladas, DESTAQUES, Safras e Mercado projeta colheita de soja em 124 11 de fevereiro de 2020

Para os analistas, excesso de chuvas na faixa central não trouxe perda significativa e retorno da umidade impediu perdas maiores no Rio Grande do Sul e Bahia

A consultoria Safras & Mercado revisou para cima sua projeção para a safra brasileira de soja 2019/2020. A empresa acredita em uma colheita de 124,554 milhões de toneladas, alta de 4,4% em relação ao ciclo 2018/2019, estimado em 119,306 milhões. O relatório anterior, divulgado em janeiro, projetava uma produção de 123,589 milhões de toneladas para o ciclo atual.

Na avaliação da consultoria, os sojicultores brasileiros plantaram uma área total de 37,072 milhões de hectares nas regiões produtoras do país, 1,9% a mais que na safra 2018/2019, de 36,384 milhões de hectares. Os analistas também ajustaram as estimativas de produtividade em algumas regiões, especialmente no Centro-oeste, que concentra a maior produção nacional.

“A evolução da colheita, embora em um ritmo mais lento que a média normal para essa época do ano em nível país, começou a revelar produtividades acima do esperado no Mato Grosso e em Goiás”, avalia o analista Luiz Fernando Roque, em nota divulgada pela Safras & Mercado.

Na visão dele, o Brasil caminha para consolidar uma nova safra recorde. O excesso de chuvas registrado em algumas localidades da faixa central do país não afetou de forma significativa as lavouras. Já no Rio Grande do Sul e na Bahia, que sofreram com estiagem, o retorno da umidade em janeiro trouxe alguma recuperação para as plantas e impediu perdas maiores.

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Exportações de carne suína crescem 41% em janeiro

DESTAQUES, Exportações de carne suína crescem 41% em janeiro 8 de fevereiro de 2020

De acordo com Associação Brasileira de Proteína Animal, vendas alcançaram US$ 164,1 milhões no mês

As exportações de carne suína do Brasil apresentaram crescimento de 41% em janeiro de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), os embarques totalizaram 68,5 mil toneladas, enquanto em 2019 o volume foi 48,5 mil toneladas.

A receita das vendas somou US$ 164,1 milhões, resultado 78,9% maior que saldo registrado em janeiro do ano passado. O principal destino foi o mercado chinês, que representa 45% do total exportado, equivalente a 30,6 mil toneladas.

Na avaliação da ABPA, a China cresceu suas importações em 252% na comparação com o mesmo período do ano passado, com 8,7 mil toneladas. “A demanda chinesa se manteve elevada ao longo do mês de janeiro. É um fator importante no impulso das exportações brasileiras”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.

“Apesar da notável influência chinesa, outros destinos da Ásia e da América do Sul ajudaram a manter a forte alta do resultado mensal, que é o maior saldo histórico já registrado durante o mês de janeiro e acena para um resultado positivo em 2020”, analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA, à medida que as importações de Hong Kong aumentaram 93% e o Vietnã elevou as compras em 330%.

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Estudantes do Paraná criam cápsula orgânica que substitui agrotóxico

DESTAQUES, Estudantes do Paraná criam cápsula orgânica que substitui agrotóxico 8 de fevereiro de 2020

Projeto conquistou o 1º lugar nas Olimpíadas de Ciências do Colégio Sesi de Campo Mourão

Um grupo de quatro estudantes do Colégio Sesi de Campo Mourão (PR) criou uma cápsula construída com dejetos 100% orgânicos que combate pragas em plantações agrícolas.

O projeto, feito sob orientação da professora de Biologia Adrielly Sontag, rendeu aos alunos Desirée Nascimento, Heloísa Luchtemberg, Leonardo Rorato e Lucas Tracz o primeiro lugar na 4ª edição das Olímpiadas de Ciências do colégio.

O desafio proposto era desenvolver um sistema que fosse capaz de resolver de forma sustentável algum problema ambiental relevante para a região de Campo Mourão. “No decorrer das pesquisas, descobrimos que o cidadão campo-mourense consome cerca de 30 litros de agrotóxicos por ano. Foi então que a minha equipe desenvolveu a cápsula orgânica para substituir a utilização desses agrotóxicos nas lavouras”, conta a aluna Desirée.

De acordo com a diretora do colégio, Daiane Pereira, os alunos aplicaram diversos testes ao longo do ano passado para então desenvolverem o projeto,  chamado de Caterpie. “Depois de muitos testes, acertos e erros, chegaram a essa cápsula feita de vegetais e cascas de frutas”, explicou a diretora.

Os testes foram executados em nível estadual, porém a partir de 2020, o projeto deve ganhar proporções maiores. Segundo a diretora, o colégio fará reuniões com universidade federais para análise do material e medição de qualidade, com a intenção de impulsionar a iniciativa.

A cápsula é produzida com sobras e cascas de futas e vegetais. Essas cascas ficam expostas ao sol até secarem e então moídas até se transformarem em uma farinha. Esse resíduo é misturado a uma cola feita da mistura de amido de milho, água fervente e vinagre, que executa a função antifúngica.

Após a secagem do conteúdo, a cápsula deve ser fechada e está pronta para uso. A cápsula orgânica é inserida no solo com o propósito de substituir o agrotóxico, além de realizar a função de adubo e de atrair insetos que consomem o pulgão das plantações.

Testes em alface e morango
Os testes foram no cultivo de alface e de morango. As hortas tinham 1 metro de largura por 10 metros de comprimento. Nas cápsulas, os alunos colocaram uma mistura de açúcar mascavo com água para atrair o bicho-lixeiro.

A análise foi feita duas vezes, com intervalo de 20 dias entre cada uma delas. E o resultado foi considerado satisfatório: o bicho-lixeiro foi visto próximo à cápsula em 70% das visitas.

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Carne mais barata puxa inflação para menor taxa em janeiro desde 1994

Carne mais barata puxa inflação para menor taxa em janeiro desde 1994, DESTAQUES 7 de fevereiro de 2020

Após aumento de 18,06% em dezembro, preço da carne recuou 4,03% neste mês

A queda no preço da carne ajudou a puxar a inflação para baixo no início do ano. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (7/2) pelo IBGE, ficou em 0,21% em janeiro, o menor valor para o mês desde o início do Plano Real, em julho de 1994.

No ano passado, o IPCA fechou janeiro em 0,32% e alcançou em dezembro o seu maior percentual: 1,15%. O preço da carne influenciou no resultado porque recuou 4,03%, após a alta de 18,06% no mês anterior. Também impactou na desaceleração na inflação do grupo alimentação e bebidas, que caiu de 3,38% em dezembro para 0,39% em janeiro.

“Tivemos uma alta muito grande no preço das carnes, nos últimos meses do ano passado, devido às exportações para a China e alta do dólar que restringiram a oferta no mercado interno. Agora, percebemos um recuo natural dos preços, na medida em que a produção vai se restabelecendo para atender ao mercado interno”.

Vilões e mocinhos

Os cinco itens que mais subiram de preço estão o peixe-filhote (24,76%), o maracujá (24,56%), a abobrinha (17,39%), a cenoura (13,92%) e o tomate (13,72%).

Já as maiores quedas foram do limão (-30,35%), do filé-mignon (-9,42%), do patinho (-8,32%), da laranja-baía (-8,07%) e do pimentão (-7,58%).

Os demais grupos tiveram as seguintes taxas de inflação: transportes (0,32%), habitação (0,55%), despesas pessoais (0,35%), educação (0,16%) e comunicação (0,12%).

INPC

O IBGE também divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referente às famílias com rendimento de um a cinco salários mínimos, teve alta de 0,19% em janeiro, abaixo dos 1,22% registrados em dezembro.

Esse também foi o maior resultado para um mês de janeiro desde o início do Plano Real. O acumulado nos últimos 12 meses ficou em 4,3%. Em janeiro de 2019, a taxa foi de 0,36%.

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Raio-X da safra: no Centro-Oeste, colheita tardia de soja é recheada de otimismo

colheita tardia de soja é recheada de otimismo, DESTAQUES, Raio-X da safra: no Centro-Oeste 7 de fevereiro de 2020

Produtores estão confiantes em boa produtividade e não veem problema em colher mais rápido, se for necessário

No Centro-Oeste, a expectativa em todos os Estados é de uma safra de soja com excelentes resultados. Em Goiás, o governo interferiu, antecipou o vazio sanitário em cinco dias, e a soja foi plantada dentro da janela ideal.

O agricultor Adriano Barzotto, de Rio Verde, está cultivando nesta safra 8 mil hectares de soja e 7 mil hectares de milho. Ele espera uma produtividade média de 65 sacas por hectare de soja e 120 sacas por hectare de milho.

“Plantamos a soja dentro da janela ideal para a região e, se houver atraso na colheita, vamos correr e buscar tecnologias para o plantio do milho safrinha. Vai ser uma bela safra goiana”, diz ele.

Adriano iniciou a semeadura da soja em outubro e o milho, no mês seguinte. “Com medo da estiagem, alguns produtores se adiantaram e plantaram a soja no final de setembro, quando deu uma chuva. Mas logo depois tivemos um período de estiagem de cerca de 20 dias e essas lavouras, que foram colhidas em janeiro, tiveram pequenos prejuízos no rendimento, com médias de 45 a 50 sacas por hectare. O que foi plantado em outubro vai ter um rendimento melhor, acima de 60 sacas por hectare”, afirma.”

O produtor finalizou o plantio de soja na primeira quinzena de novembro, dentro da janela ideal, e também iniciou a colheita em janeiro. Assim que terminar, no final de fevereiro, vai cultivar milho safrinha.

Rentabilidade no radar

Segundo Adriano, que é presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Goiás (Aprosoja-GO), há anos a rentabilidade do agricultor não era tão boa. “O produtor vai ter boas margens e voltar aos patamares de alguns anos atrás”, afirma.

Em Goiás, a produção 2019/2020 deve chegar a 24,6 milhões de toneladas, com destaque para a soja, com 12 milhões de toneladas, e 2,3 milhões de toneladas de milho da primeira safra. A área cultivada aumentou 1,7% em relação à safra anterior, com 3,4 milhões de hectares. Já na safrinha, de acordo com a Aprosoja-GO, a projeção é que sejam cultivados 1,5 milhão de hectares e a produção alcance 8,6 milhões de toneladas.

Veranico no MS

Na parte sul do Mato Grosso do Sul, a ocorrência de veranico entre outubro e novembro, seguido do excesso de chuvas em meados de dezembro, dificultou a conclusão do plantio da soja na janela ideal. Como a soja está sendo colhida mais tarde, os produtores que semearem o milho na sequência da oleaginosa terão de contar com chuvas em abril e maio.

Outro risco é enfrentar geada em junho, segundo informações do sistema de previsão de geadas da Embrapa Agropecuária Oeste. O frio coincide com os momentos finais de desenvolvido do grão, quando a lavoura se torna extremamente sensível a baixas temperaturas, podendo levar a perdas significativas.

 

Pelas previsões da Embrapa, há 96% de chances de ocorrer pelo menos uma geada e 74% de probabilidade de que essa geada ocorra em condições de temperatura abaixo de 1ºC.

Atraso na colheita em MT

Em Mato Grosso, o clima ajudou os produtores rurais. Eles deixaram a soja mais tempo no campo e, com isso, tiveram maiores produtividades. Em algumas áreas, os rendimentos prometem novos recordes.

Na safra 2020, a Terra Santa Agro está cultivando 80 mil hectares de soja em sete fazendas espalhadas pelo Estado de Mato Grosso. O plantio ocorreu dentro da janela ideal para a região – terminou no dia 3 de novembro –, e a colheita, que começou no dia 21 de dezembro, estava em 26% até o fim de janeiro.

No ano passado, na mesma época, 33% já estavam colhidos. Mas nada parece atrapalhar os planos dos produtores mato-grossenses. A produção de soja deve ser de 33 milhões de toneladas, 2,9% maior que em 2018/2019. O ritmo mais lento na colheita foi propício para a cultura, segundo a empresa.

Segundo Marcelo Lambrecht, diretor administrativo da Terra Santa Agro, a produtividade nesta temporada será maior que na safra anterior (56 sacas por hectare para o Estado e 59 sacas por hectare nas fazendas do grupo) e deve ultrapassar 60 sacas por hectare. “Já esperávamos um rendimento melhor, mas os primeiros números superaram nossas expectativas. Está pintando uma supersara”, afirma Marcelo.

Segunda safra à vista

Em todo o Estado, a colheita está mais lenta. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada (Imea), 6% dos 9,78 milhões de hectares cultivados com soja nesta safra tinham sido colhidos até o dia 22 de janeiro. No mesmo período de 2019, eram 12%. “Se for o caso, a colheita será acelerada”, diz.

O atraso, segundo Marcelo, não ameaça a janela de plantio da segunda safra de milho do grupo, que vai cultivar 26 mil hectares. “O milho se adapta mais fácil. Estamos confortáveis em relação aos prazos de plantio”, explica. “O algodão safrinha, por exemplo, é uma cultura mais delicada e que preocupa muito mais que o milho”, diz ele. Na segunda safra 2020, o grupo vai cultivar 40 mil hectares com algodão.

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Perdas no milho por causa da estiagem são irreversíveis em SC, diz Fecoagro

DESTAQUES, diz Fecoagro, Perdas no milho por causa da estiagem são irreversíveis em SC 6 de fevereiro de 2020

Prejuízo médio é estimado em 7,7%, segundo a federação, mas chega a 20% nas regiões de Campos Novos e Lages

As perdas nas lavouras de milho de Santa Catarina após prolongada estiagem são irreversíveis, segundo a Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro-SC). A entidade cita que a Secretaria de Agricultura do Estado espera agora colheita de 2,540 milhões de toneladas.

Nas lavouras de milho catarinenses, o prejuízo médio no momento é estimado em 7,7%, chegando a 20% nas regiões de Campos Novos e Lages, áreas em que o plantio foi feito tardiamente.

Os dados foram divulgados pelo secretário da Agricultura, Ricardo Gouvêa, após reunião com diretores e técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Apesar da média, técnicos da Epagri ressaltam que existem propriedades pontuais que já perderam de 50% a 70% da produção.

A escassez de chuvas também prejudicou outras lavouras, mas com menor intensidade, segundo o levantamento citado pela Fecoagro. Para a soja, a média de perdas no Estado até agora está estimada em 4,2%, com a colheita total prevista de 2,4 milhões de toneladas. O feijão deve perder 3,2% e o fumo menos de 1%.

De olho no RS
O setor produtivo acompanha, também, a quebra da safra de milho no Rio Grande do Sul, maior produtor da região e que abastece criadores catarinenses. Lá, produtores pedem a ampliação do Programa de Financiamento de Sementes Forrageiras, do governo do Estado, que oferece linha de crédito via Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper).

Conforme a Secretaria da Agricultura do Estado, a demanda foi discutida na terça-feira em reunião do governador Eduardo Leite com o presidente da Fetag, o secretário da Agricultura e o deputado estadual Elton Weber (PSB). Na ocasião, Leite afirmou que o próximo passo é encaminhar o pedido de financiamento para um estudo de viabilidade técnica por parte da Secretaria da Fazenda.

O governador disse, ainda, que está encaminhando a solicitação de uma agenda em Brasília com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para buscar alternativas em relação ao crédito rural, outra necessidade dos agricultores gaúchos.

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A missão da Zootecnia

A missão da Zootecnia, DESTAQUES 6 de fevereiro de 2020

Olhando-se a Zootecnia, retrocedendo-se a tempos remotos, pode-se perceber com muita clareza a grande diferença na produção animal daqueles tempos, em relação a atual exploração racional, econômica e eficiente dos animais domésticos.

Sendo o animal doméstico o objeto da Zootecnia, seu melhoramento é dinâmico e evolui a medida da necessidade do homem moderno, pois sua exigência é cada vez maior e o desafio da Zootecnia imperativo.

Não fossem os árduos estudos com pesquisas científicas e não teríamos em nossas mesas os excelentes produtos de origem animal, com fartura, em todo o mundo e de excelente qualidade.

A conquista da biologia e outras ciências que auxiliam e apoiam a Zootecnia, foi um passo decisivo para o aprimoramento cada vez maior desta ciência, para valorizar, maximizar e otimizar nutrientes que não poderiam estar plenamente disponíveis ao corpo animal, se não fossem as pesquisas diversas em todo o mundo para solucionar os difíceis problemas da “fome dos rebanhos”.

Assim, a Zootecnia otimizou e valorizou subprodutos e resíduos agropecuários, aparentemente sem nenhuma utilidade na alimentação humana e os transformou em carne, leite e lã, etc. a exemplo do bagaço de cana-de-açúcar, quando convenientemente e tecnicamente utilizado na alimentação de ruminantes. O autor em seu livro “Tratamento de subprodutos e resíduos agropecuários com solução de uréia” preconiza e doutrina as bases do aproveitamento dessa biomassa na alimentação animal.

Desta forma, a Zootecnia é uma fonte inesgotável de riqueza para o Brasil e para todo o mundo, melhorando a qualidade de vida de bilhões de pessoas na terra, quando têm em suas mesas nobres alimentos ricos em proteínas, vitaminas, minerais, e outros nutrientes, produtos comestíveis, oriundos dos animais domésticos, através da exploração dos mesmos.

O relevante papel social que a Zootecnia ocupa no contexto mundial é indiscutível pois, a cada ano que passa, a população mundial cresce e a agricultura e pecuária necessitam superar este crescimento de maneira a sobrepujar as carências em proteínas e outros nutrientes, em quantidade e qualidade suficientes para atender a demanda do homem.

A Zootecnia é uma das bases estruturais que podem permitir a fixação do homem à terra, evitando os grandes êxodos dos campos para as cidades, minimizando ou exterminando as favelas nos grandes centros urbanos, pois é mais barato ao governo manter o homem no campo, que os gastos sociais com estes nas cidades. Pois, além das enfermidades contraídas devido as péssimas condições de moradia, aliada à fome, a grande tendência a delinqüir acompanha-lhe os passos todos os dias. Despreparados, para a vida na cidade, o homem tende a mendigar, pois não encontra neste meio, sua aptidão e vocação natural: o campo, de onde retira seu sustento e manutenção familiar, por mais árduo e difícil que seja o seu trabalho.

O êxito da Zootecnia é o resultado do processo de domesticação dos animais que acompanham os homens desde os primórdios de sua civilização.

Cabe à Zootecnia constatar e ajudar a resolver problemas que muito afligem ao homem e a sociedade moderna, como o fantasma da fome, que ameaça a população de todo o planeta.

O número de Zootecnistas no Brasil ainda é muito pequeno em função da demanda Nacional. Obter produtos de origem animal de excelente qualidade e em quantidade suficiente para suprir as necessidades dos brasileiros é uma necessidade vital para minimizar a fome e o alto índice de mortalidade infantil que é uma realidade em nosso país, especialmente no Nordeste brasileiro. A Zootecnia contribui decisivamente no resgate da cidadania e na esperança de uma vida melhor, sem fome, violência, miséria ou convulsão social, propiciando bem estar e desenvolvimento Nacional.

Todo dia 13 de maio, o Zootecnista merece saudação. Assim o congratulamos nesta data na qual se comemora o dia do Zootecnista. Que a mesma signifique, em um futuro não muito remoto, a redenção da sociedade e que o programa governamental “FOME ZERO” tenha em suas bases a Zootecnia como sua principal parceira e aliada no combate à fome e à miséria e assim possa definitivamente terminar com a exclusão social para uma parte de nossos irmãos brasileiros.

Enfim, esta nobre, preciosa, árdua e brilhante profissão, escraviza o Zootecnista por sua forte paixão à esta ciência, quando desbrava, descobre, pesquisa e fomenta a produção animal com novos valores e conceitos de produção. Dignifica o homem e oferece à sociedade uma qualidade de vida melhor.

Zootecnista, a vossa valorosa profissão só estará completa e sua missão cumprida, no dia em que o último dos brasileiro afirmar que não mais sente fome.

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Adubo fosfatado e a segurança alimentar

Adubo fosfatado e a segurança alimentar, DESTAQUES 5 de fevereiro de 2020

A segurança alimentar no mundo é dependente do uso de fertilizantes. Essa dependência se dá especialmente com os fosfatados, feitos de um recurso limitado, o minério de fosfato.

O fósforo é um elemento químico que constitui um nutriente essencial para todos os organismos vivos: não pode ser substituído por outro. Na agricultura moderna, é essencial manter um alto nível de produção nos sistemas agrícolas.

Desde o século 20, o fluxo de fósforo no meio ambiente quadruplicou, enquanto seu uso produz alimentos suficientes para atender a altos níveis de crescimento populacional. O fósforo extraído de rochas ricas em fosfato tem sido a principal fonte de fosfato para fertilizantes e suplementos alimentares para animais. A maior parte dos depósitos de fosfato conhecidos estão localizados no norte da África (64%), nos Estados Unidos (15%) e na China (6%).

Embora as reservas durem vários séculos, a produção diminuirá em algum momento e esse declínio na oferta deverá ser gerenciado. São necessários métodos mais eficientes para usar fertilizantes e encontrar maneiras de recuperar o fósforo. A recuperação de águas residuais já é eficaz em muitas regiões do mundo nas quais existem estações de tratamento de águas residuais.

Apenas uma parcela dos fertilizantes utilizados é absorvida pelas lavouras, a maior parte permanece em reserva no solo. O uso agrícola eficiente de fertilizantes fosfatados é uma forma de melhorar o aproveitamento pelas plantas. Manejar corretamente o fertilizante fosfatado, usando a quantidade certa, no local certo e no momento certo.

O controle de erosão por meio de práticas conservacionistas do solo também pode contribuir para melhorar o aproveitamento do fertilizante, evitando a poluição de lagos e rios.

Os solos tropicais, como é o caso do Brasil, possuem quantidades insuficientes de fósforo para o rendimento máximo das culturas. Assim, levar a aplicação de fertilizante com fósforo em consideração é o caminho para a manutenção da segurança alimentar. Com boas práticas de uso eficiente de fertilizantes teremos a aplicação de fósforo com responsabilidade social e ambiental.

Daí a importância das iniciativas como a Nutrientes Para Vida (NPV), cuja missão é informar a população sobre a importância dos nutrientes para as plantas e para os seres humanos. Sua atuação está baseada em informações científicas, de forma a explicar o papel essencial dos fertilizantes na segurança alimentar, tanto na quantidade como na qualidade do alimento produzido. O uso do fertilizante está alicerçado nos aspectos sociais, econômicos e ambientais.

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