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Despesca seletiva dos camarões de água doce

Destaques do agronegócio 3 de outubro de 2018

Despesca seletiva dos camarões de água doce

A despesca seletiva ou parcial é assim denominada porque os camarões capturados são selecionados por tamanho, só sendo coletados os maiores, ficando os menores no viveiro, para uma despesca posterior, quando já estarão mais crescidos e pesados. Este método de despesca apresenta, ainda, a vantagem de obtermos lotes mais uniformes de camarões para a venda.

Este procedimento de despesca seletiva é realizado, em geral, no 5º, 6º e 7º meses, ou até um pouco antes, após o povoamento do viveiro, com poslarvas. Essa despesca é feita com rede de arrasto, com malha de 4 a 5cm entre nós, pelas quais passam os camarões menores, que permanecem no viveiro, mas retém os maiores, do tamanho comercial.

Essa rede deve ser movimentada no sentido de uma cabeceira do tanque para a outra, isto é, no sentido do seu eixo longitudinal. Deve ter 2m de altura e seu comprimento deve ser maior do que a largura do viveiro. Possui, na sua borda superior, uma tralha de bóias e na borda inferior, uma chumbagem para que, não só afunde mas também para que faça com que a rede vá se arrastando no fundo do viveiro, sobre o qual andam os camarões e onde devem ser capturados pela rede. As tralhas, em suas cabeceiras, são ligadas a cabos de tração.

Uma despesca com o arrasto em uma só direção e em um tanque de 1.500 a 2.000m², necessita de 3 a 6 homens para os trabalhos e dura de 2 a 3 horas. O número de despescas parciais não deve ser grande, para evitar capacidade ociosa dos viveiros e maior trabalho para a captura de um número cada vez menor de camarões por despesca.

Depois de 3 despescas seletivas, devemos fazer uma despesca total, capturando todos os camarões existentes no viveiro e depois o preparando para um novo ciclo de produção, com o seu repovoamento com poslarvas.

Quando fazemos a despesca seletiva ou parcial, os camarões menores, que ficam no viveiro, devido à baixa da densidade populacional, começam a se desenvolver mais rapidamente e recuperando, em parte, o seu atraso de crescimento.

A despesca parcial ou seletiva é interessante quando as poslarvas são produzidas na própria criação. O melhor, dependendo do caso, é a despesca total, 2 vezes ao ano.

A tarrafa não deve ser usada para a despesca, mas somente quando quisermos pescar os camarões para amostragem, isto é, somente alguns deles, para verificarmos o seu estado de saúde, o seu tamanho, crescimento, grau e velocidade de desenvolvimento, para os pesarmos e assim podermos calcular melhor o volume ou peso de ração a ser fornecida ou, ainda, para pegarmos alguns camarões para consumo próprio. Mesmo assim, o melhor seria uma pequena rede de arrasto.

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