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A água utilizada na piscicultura

A água utilizada na piscicultura, COMO PLANTAR E CRIAR 4 horas atrás

A água utilizada na piscicultura

Como os peixes vivem na água, ela é, sem dúvida, o elemento mais importante para a sua sobrevivência. Sem água eles morrem porque a sua respiração é branquial, ou seja, através de suas brânquias eles retiram da água todo o oxigênio de que necessitam para seu metabolismo.

Pelo exposto, podemos afirmar que a qualidade da água é o fator mais importante para uma piscicultura racional. Além disso, a sua quantidade deve ser suficiente para abastecer as instalações e necessidades dos peixes.

A água para piscicultura pode ser obtida de diversas fontes, através de rios, córregos, riachos, ribeirões, açudes, reservatórios, represas, etc., desde que em boas condições sanitárias, livre de esgotos e de produtos como herbicidas, venenos, fungicidas, cloro, etc. O seu pH deve ser de 7 a 8 e a sua salinidade de até 2ppm. Importante, também, é o seu volume pois devemos levar em consideração as perdas com a infiltração, a evaporação, etc.

O transporte ou remoção da água para os reservatórios é outro problema da máxima importância, devendo ser feito por gravidade, para evitar despesas com a aquisição, operação e manutenção de bombas para a elevação da água.

Para encher um tanque ou viveiro com área de 1 hectare e 1m de profundidade, são necessários de 16.000 a 20.000m³ de água. As perdas por infiltração e evaporação giram em torno de 1 a 2cm por dia, o que exige entre 10 a 20 litros por m² ou 100 a 200m², por hectare, por dia.

Para um centro de piscicultura de tipo médio, com viveiros, tanques para matrizes, laboratórios, etc., é necessária uma vazão de 40 a 50 litros de água por segundo, inclusive durante a estação seca.

Captação da água

A obtenção de água para a piscicultura, como já foi mencionado, pode ser feita com o aproveitamento de rios, riachos, córregos, ribeirões, lagos, lagoas ou açudes, desde que, mesmo nas épocas de secas ou de estiagens , sejam perenes, mantendo os níveis de vazão da água.

A técnica mais comum de captação de água é, normalmente, a represa ou açude, utilizado na pecuária e para a irrigação de plantações, inclusive as permanentes, como os pomares, por exemplo. Este procedimento é utilizado principalmente nas regiões sujeitas às estiagens ou secas prolongadas.

Podemos empregar, também, a derivação simples. Esta técnica consiste na captação de água através de um canal escavado na terra ou feito de madeira, dotado de pequenas comportas para a regulagem e o controle da entrada da água, quando a sua vazão for superior à desejada. Não há necessidade, nesse caso, da execução de obras especiais, porque o volume da água que passa para o canal de derivação será o adequado, levando-a por gravidade para os locais em que ela será utilizada.

Quanto à captação de águas subterrâneas, esta pode ser feita por meio de poços simples ou artesianos. Nestes casos, é necessária a construção de um reservatório de superfície, para que haja uma melhora nas condições dessa água, pois ela é pobre em microorganismos e em gases. Essa água subterrânea deve ser utilizada quando não há água de superfície, disponível para esta atividade.

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Reprodução das carpas

COMO PLANTAR E CRIAR, Reprodução das carpas 19 de outubro de 2019

Reprodução das carpas

Os ovos variam de tamanho, de acordo com a idade da fêmea que desovou: quanto maior a sua idade, maiores os seus óvulos. Medem, em geral, 1,3 a 1,7mm de diâmetro. São mais pesados do que a água e, por esse motivo, possuem uma substância “adesiva” que os torna aderentes, fixando-os a plantas e objetos, para que não afundem e morram por falta de oxigênio ou que sejam devorados pelas próprias carpas ou outros predadores, peixes ou não.

Nos açudes, as desovas se fixam na vegetação flutuante ou submersa, como as raízes do aguapé, por exemplo. Nos tanques, devemos colocar aguapé ou ramos de cedrinho, para que os ovos neles se fixem. Mesmo assim, grande número de ovos vai para o fundo. Para evitar que isso aconteça e sejam aproveitados mais alguns milhares deles, basta que estiquemos uma rede de malhas finas, pouco abaixo da vegetação e do cedrinho, evitando o seu afundamento.

O número de ovos pode chegar a 300.000. Uma fêmea de 1kg já pode produzir mais de 100.000 ovos.

 
Idade para a reprodução
 
Uma fêmea com 800 a 1000g, nos climas quentes, já pode desovar no primeiro ano. Esses ovos, no entanto, não devem ser aproveitados para a produção de reprodutores, porque os alevinos deles nascidos não serão de alto padrão. Neste caso, porém, estes peixes devem ser aproveitados para o consumo.

No Brasil, devemos utilizar as fêmeas para a produção de reprodutores, quando atingem 3 a 6 anos, enquanto que nos países ou regiões de clima temperado, só quando estão com 8 a 10 anos. Quanto mais velhas, maiores são os seus ovos que produzirão larvas e alevinos, também maiores, que darão melhores reprodutores e produtores de carne.

Os machos são mais precoces que as fêmeas e, em geral, atingem a maturidade sexual no primeiro ano, quando já estão pesando 500 a 600g. Como reprodutores, no entanto, só devem ser aproveitados os machos de 2 a 5 anos.

Desovas
Nas regiões mais quentes, começam em agosto e, nas mais frias, depois que as águas atingem mais de 20 ºC, o que ocorre, em geral, na segunda quinzena de setembro e até em outubro. Pode haver desovas até em águas a 18 ºC, mas não é normal. As desovas vão, normalmente, até fevereiro.

Durante a temporada de reprodução, de agosto a fevereiro, quando há muitas variações bruscas de temperatura, podem ocorrer 2 desovas da mesma fêmea, mas que não devem ser levadas em consideração para efeito de cálculos, pois a produção de óvulos, nesses casos, é muito pequena.

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Cultivo comercial do trairão

COMO PLANTAR E CRIAR, Cultivo comercial do trairão 18 de outubro de 2019

Cultivo comercial do trairão

O trairão (Hoplias lacerdae Ribeiro), é um peixe de porte avantajado, grande, cujo peso chega a ultrapassar a 20kg. É assim denominado, popularmente, por ser parecido externa ou fisicamente, na coloração e no formato do corpo, com a traíra (Hoplias malabaricus).

A traíra é muito mais conhecida, porque pode ser encontrada desde o Nordeste brasileiro, até a Argentina, enquanto que o trairão existe em regiões bem mais restritas, ou seja, em apenas algumas bacias hidrográficas. Como a traíra, o trairão também é carnívoro, muito voraz e possui hábitos sedentários.

Reprodução

A diferenciação entre os sexos dos trairões é muito difícil, porque eles não apresentam dimorfismo sexual, isto é, uma diferenciação exterior entre os sexos, mesmo na época de reprodução. Em geral, em outras espécies, na época de reprodução, as fêmeas ficam com o ventre mais desenvolvido, devido ao aumento do tamanho dos ovários. Isso não acontece com as fêmeas dos trairões, dificultando a identificação dos sexos.

O mais fácil reconhecimento dos sexos é feito quando, na época da reprodução, os machos ficam muito agressivos, começam a construir os seus ninhos e não deixam que outros peixes se aproximem, atacando-os. A época ou período dos acasalamentos vai de setembro até abril ou maio do ano seguinte.

Os ninhos são escavados na terra do fundo da água em que eles vivem, são rasos e com um diâmetro de aproximadamente o comprimento desses animais. Para executar esse trabalho, os peixes utilizam suas nadadeiras e são, em geral, protegidos pela vegetação existente.

Os ovos são produzidos parceladamente, formando camadas e são permanentemente protegidos pelos casais. Quando se destinam à produção de alevinos, os ovos ou as larvas devem ser retirados dos ninhos e colocados nos tanques de estágio. Para esta operação, a água deve estar bem limpa, para facilitar a localização dos ninhos. Podemos, também, esperar a eclosão para, depois, já transferirmos os alevinos.

A água

A água do tanque deve ter apenas 15cm de espessura, além de ser renovada constantemente, para que se mantenha, sempre, uma boa aeração, ou melhor, oxigenação. Sua temperatura deve ser controlada rigorosamente, por ser um fator de grande importância para os peixes.

A aeração pode ser feita com o emprego de um cano ou mangueira de plástico, com uma pedra porosa na ponta, que deve ser colocada próxima aos ovos e que possua uma bombinha elétrica, como as empregadas na aeração da água dos aquários.

Produção de alevinos

Para a produção comercial de alevinos ou para o povoamento de açudes, são necessárias as construções de tanques especiais para a reprodução, estágio e alevinagem. Os tanques para a reprodução devem ter o fundo de terra. Como os reprodutores, na época da reprodução ou desova, são muito agressivos, quanto maior for o tanque, melhor, para que diminuam as brigas, os ferimentos e as mortes entre eles, na época da formação dos casais. Por esse motivo, os tanques devem ter, no mínimo, uma área de 200 metros quadrados.

Com trairão o canibalismo é mais acentuado do que em outras espécies, por esta razão, os tanques de estágio e de alevinagem devem ser menores do que os empregados para a criação de outras espécies carnívoras, para que o criador possa melhor controlar as larvas e os alevinos, evitando ou diminuindo esse problema.

Esses tanques devem ter a capacidade de 200 a 500 litros de água, podendo ser usadas, para isso, caixas d”água de cimento-amianto. Os tanques de alevinagem empregados tem, em geral, de 2 a 10 metros quadrados e uma profundidade de 50cm.

Quando atingem 3cm de comprimento, os alevinos devem ser transferidos dos tanques de estágio para os de alevinagem, nos quais vão sendo selecionados por tamanho, até alcançarem 6 ou 7cm. Este é o tamanho mais indicado para que sejam lançados nos viveiros ou nos açudes.

Para produzir cerca de 30.000 alevinos de trairão, por ano, são necessários 1 tanque de reprodução, com 200m², 10 tanques de estágio de 500 litros e 6 tanques de 10m², para a alevinagem.

Alimentação

O trairão é um peixe carnívoro e bastante voraz. Para os pequenos alevinos, nos tanques de estágio, além do plancto neles existente, e que é indispensável, devemos fornecer-lhes, também, uma ração balanceada com 48% de proteína bruta. Essa ração deve ser misturada com água, até a formação de uma pasta adesiva, que deve ser aplicada à superfície dos ladrilhos e colocada no fundo do tanque de estágio. Essa ração deve ficar em local de livre acesso para os alevinos e deve ser substituída à medida em que vai sendo consumida.

Os alevinos nos tanques de alevinagem, podem ser alimentados com filés de peixe moído, pois eles os consomem com facilidade. Quanto aos reprodutores, podemos alimentá-los com peixes vivos ou ração balanceada concentrada seca e peixe moído, na proporção de 1:1.

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Piscicultura – alimentação e desempenho produtivo

COMO PLANTAR E CRIAR, Piscicultura - alimentação e desempenho produtivo 18 de outubro de 2019

Piscicultura – alimentação e desempenho produtivo

A nutrição dos animais é basicamente aquilo que os mesmos ingerem. Existem dietas mais ou menos apropriadas, que vão possibilitar ou não que eles desempenhem o papel que devem cumprir na vida. A Genética nos é atribuída com uma carga que só poderá manifestar-se caso a nutrição e os fatores ambientais como o estresse permitirem.

A dieta é composta pelo alimento que por sua vez é composto de nutrientes. Existem vários nutrientes componentes em um alimento: Proteína, Carboidratos, Lipídeos, Vitaminas e Minerais. Além destes nutrientes, todo alimento ainda comporta uma determinada umidade, que é de vital importância no tempo de conservação dos alimentos. Cada alimento apresenta determinada composição nutricional.

O ponto é que cada animal apresenta em sua anatomia e fisiologia características que o possibilitam estarem quebrando estes alimentos em partes que o organismo consiga aproveitar. Dependendo da fonte, podem haver alimentos não digestíveis à determinadas espécies, ou seja é importante que o alimento apresente em sua composição a digestibilidade.

Outro fator que se deve levar em consideração é a forma de apresentação das rações comercialmente disponíveis no mercado. Para cada fase de vida dos peixes existe uma granulometria adequada, ou seja, o tamanho do “grão” deve ser adequado ao tamanho da boca do animal. Se for grande demais o animal não vai poder engoli-lo rapidamente. Como foi dito, existem vários componentes nutricionais nos alimentos, dentre eles as vitaminas, que são classificadas como hidrossolúveis (vitaminas do complexo B, C e D) e lipossolúveis (A, D, E e K). Não obstante, cada uma delas deva figurar na composição dos alimentos em quantidades suficientes, as vitaminas hidrossolúveis, como o nome diz, solubilizam-se na água, o que nos obriga a fazer com que o animal ingira o alimento antes que isso aconteça. Por outro lado, se este pelete for pequeno demais os peixes terão de se deslocar mais para ingerir uma mesma quantidade de alimento, o que significa gasto energético.

Há pouco tempo as rações eram apresentadas sob forma de peletizada, processo em que havia a compressão dos componentes e conseqüente agregação dos mesmos. No entanto, essa compressão não era suficiente para manter a estabilidade dos “peletes” na água, o que comprometia a ingestão de todos os ingredientes de forma homogênea pelos peixes. Além disso os peletes afundam, o que não permite que se faça o controle de ingestão. O advento da extrusão, processo em que os ingredientes são submetidos ao aquecimento e uma pressão negativa abrupta, permitiu que os “grãos”, denominados então de extruders, flutuassem. Essa característica impulsionou a eficiência no manejo alimentar em piscicultura, principalmente pelo fato de podermos controlar visualmente se os peixes estão se alimentando (O manejo alimentar merece um capitulo a parte, o que será oportunamente abordado). Outrossim, o processo de extrusão, pelo fato de serem cozidos, disponibiliza alguns nutrientes que crus não seriam aproveitados pelo aparelho digestivo dos animais.

É comum verificarmos piscicultores que baseiam suas necessidades em termos de proteína contida na ração, levando em conta o teor protéico e o preço. Existe um conceito dentro da nutrição que se chama Conversão Alimentar (C.A .): quanto o animal converte de alimento em peso (kg de peso vivo). Pois bem, quanto maior a CA menos eficiente é o processo. Por exemplo: se para cada kg de peixe tivermos que fornecer 2 kg de ração, nossa CA é 2, se para cada kg de peixe fornecermos 1,4 kg de ração nossa CA é 1,4. Pelo exposto nos parágrafos acima podemos concluir que existem vários fatores que influenciam nessa nossa taxa.

Vamos supor que existam duas rações que estamos utilizando e que estas apresentem , como garantia do fabricante 32 % de proteína bruta (A princípio os alimentos de origem vegetal têm maior digestibilidade protéica). Estas rações apresentam respectivamente 32% de farinha de penas e 2% de farinha de penas – a farinha de penas é de origem animal, também apresentam 5% de farelo de soja e 38 % de farelo de soja. Espera-se no entanto que, pelas suas características nutricionais as CAs sejam de 2,8 e 1,6 respectivamente.

Normalmente as rações comerciais apresentam-se em sacos de 25 kg. Existem sistemas de produção em que a ração é a única fonte de alimento para os peixes, o que imprime à alimentação maior impacto sobre os custos de produção. Assim, obviamente, quando da eleição da espécie a ser criada e o sistema de produção possível de ser adotado deve-se levar em conta também os custos inerentes. Além do mais, a utilização de alimentos com menor qualidade, diminui a qualidade de água pelo aumento da quantidade de dejetos e aumenta o tempo necessário para que se venda o animal, diminuindo o giro de capital. Como vemos, aparentemente, em uma cotação simples, a primeira ração estaria levando vantagem, no entanto, existem muito mais coisas entre a água e o peixe que permite supor a nossa vã filosofia.

É inegável, ainda, que o principal mercado para piscicultura, aquele que impulsionou a atividade no Brasil, são os pesque-pagues, o fato de adotarmos alimentos de melhor qualidade ainda tem a vantagem de, na hora da comercialização, termos o respaldo de animais saudáveis, nutricionalmente alicerçados, o que traz a garantia de um bom produto, que tem a confiança dos donos dos pesque-pagues (animais nutricionalmente carentes, tem maior possibilidade de sofrerem problemas de mortalidade durante o transporte e desenvolvimento de doenças posteriormente). Existe a possibilidade de alimentação de peixes com alimentos alternativos, sobras de alguma outra atividade, no entanto, estes alimentos não são nutricionalmente completos. Note-se aqui que a atividade é bastante segmentada, tendo transportadores envolvidos e que normalmente são prestadores de serviço, portanto mais um componente da cadeia produtiva que deve ser de confiança.

Deve-se considerar, ainda, que existem rações com diferentes níveis de proteína, conforme a fase de produção. A princípio as fases iniciais de vida são mais exigentes (por kg de peso vivo) do que nas fases finais. No entanto, tomando como base a fase de acabamento, o mercado tem fundamental importância no tipo de ração a ser utilizado. Quando temos um mercado propício, inerente, devemos apressar o acabamento e pode-se adotar uma ração com valores de proteína mais alto, o que nos permite um ganho de peso mais rápido, por outro lado se o mercado está desaquecido podemos imprimir menor rítimo de ganho de peso utilizando rações com menor concentração de nutrientes para esperar o preço.

Também é importante lembrar que a responsabilidade na utilização de ingredientes de qualidade na formulação de rações é dos fabricantes, no entanto o piscicultor empresário deve estar atento à sua realidade, e o que vai definir a sobrevivência na atividade tanto do piscicultor quanto das fábricas é o próprio mercado. O piscicultor deve fazer as contas primeiro e conhecer a idoneidade das fábricas para não se desmotivar. Por outro lado também é de responsabilidade deste a estocagem adequada da ração bem como a utilização correta das mesmas. O criador deve sempre utilizar controles zootécnicos, registros de desempenho e produtividade e trocar informações com outros piscicultores, que devem ser vistos também como fornecedores de informação e companheiros de atividade, mas isso é outro história.

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Principais doenças na piscicultura

COMO PLANTAR E CRIAR, Principais doenças na piscicultura 17 de outubro de 2019

Principais doenças na piscicultura

Os peixes em cativeiro podem sofrer várias enfermidades, o que pode causar prejuízos ao piscicultor. Alguns destaques são:
Ictioftiríase:
Popularmente conhecida como ictio ou “doença dos pontos brancos”, é causada pelo fungo Icthyophythirius multifilis.O parasita instala-se na pele ou nas brânquias de peixes de qualquer espécie e pode vir, até mesmo, em estágios mais avançados, a abandonar o seu hospedeiro e instalar-se no fundo do tanque, multiplicando-se.
Hidropsia infecciosa:
Atinge as carpas e há debates se sua causa ocorre por meio de vírus ou da bactéria Aeromata punctata. Ocasiona uma infecção abdominal nos peixes enfermos.
Verme de brânquias:
Causam infecções nas brânquias de qualquer peixe.
Argulose:
Também conhecida como “piolho de peixe”, geralmente ataca carpas e kingyos. Seu parasita é o crustáceo Argulus, que causa manchas vermelhas no corpo dos animais. A argulose está mais propensa a ocorrer em lagos ornamentais do que em aquários.
Saprolegniose:
Causada pelo fungo Saprolegnia, o qual provoca nos peixes infectados, manchas brancas ou salientes, como bolas de algodão, além de deixa-los sem apetite. Esta doença ataca peixes feridos ou debilitados.

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Principais doenças na piscicultura

COMO PLANTAR E CRIAR, Principais doenças na piscicultura 17 de outubro de 2019

Principais doenças na piscicultura

Os peixes em cativeiro podem sofrer várias enfermidades, o que pode causar prejuízos ao piscicultor. Alguns destaques são:
Ictioftiríase:
Popularmente conhecida como ictio ou “doença dos pontos brancos”, é causada pelo fungo Icthyophythirius multifilis.O parasita instala-se na pele ou nas brânquias de peixes de qualquer espécie e pode vir, até mesmo, em estágios mais avançados, a abandonar o seu hospedeiro e instalar-se no fundo do tanque, multiplicando-se.
Hidropsia infecciosa:
Atinge as carpas e há debates se sua causa ocorre por meio de vírus ou da bactéria Aeromata punctata. Ocasiona uma infecção abdominal nos peixes enfermos.
Verme de brânquias:
Causam infecções nas brânquias de qualquer peixe.
Argulose:
Também conhecida como “piolho de peixe”, geralmente ataca carpas e kingyos. Seu parasita é o crustáceo Argulus, que causa manchas vermelhas no corpo dos animais. A argulose está mais propensa a ocorrer em lagos ornamentais do que em aquários.
Saprolegniose:
Causada pelo fungo Saprolegnia, o qual provoca nos peixes infectados, manchas brancas ou salientes, como bolas de algodão, além de deixa-los sem apetite. Esta doença ataca peixes feridos ou debilitados.

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Principais doenças na piscicultura

COMO PLANTAR E CRIAR, Principais doenças na piscicultura 17 de outubro de 2019

Principais doenças na piscicultura

Os peixes em cativeiro podem sofrer várias enfermidades, o que pode causar prejuízos ao piscicultor. Alguns destaques são:
Ictioftiríase:
Popularmente conhecida como ictio ou “doença dos pontos brancos”, é causada pelo fungo Icthyophythirius multifilis.O parasita instala-se na pele ou nas brânquias de peixes de qualquer espécie e pode vir, até mesmo, em estágios mais avançados, a abandonar o seu hospedeiro e instalar-se no fundo do tanque, multiplicando-se.
Hidropsia infecciosa:
Atinge as carpas e há debates se sua causa ocorre por meio de vírus ou da bactéria Aeromata punctata. Ocasiona uma infecção abdominal nos peixes enfermos.
Verme de brânquias:
Causam infecções nas brânquias de qualquer peixe.
Argulose:
Também conhecida como “piolho de peixe”, geralmente ataca carpas e kingyos. Seu parasita é o crustáceo Argulus, que causa manchas vermelhas no corpo dos animais. A argulose está mais propensa a ocorrer em lagos ornamentais do que em aquários.
Saprolegniose:
Causada pelo fungo Saprolegnia, o qual provoca nos peixes infectados, manchas brancas ou salientes, como bolas de algodão, além de deixa-los sem apetite. Esta doença ataca peixes feridos ou debilitados.

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Tanques para a criação de carpas

COMO PLANTAR E CRIAR, Tanques para a criação de carpas 16 de outubro de 2019

Para evitarmos uma série de problemas, otimizarmos todo o processo e, consequentemente, os resultados com uma criação de carpas, devemos fazer uma criação racional, de acordo com as técnicas mais indicadas e mais satisfatórias. Para isso, devemos utilizar tanques específicos para as diversas fases da criação. Os tipos de tanques utilizados nas criações comerciais são:

Tanques de reprodução
São escavações tipo trincheira, em terra nua. Devem ter, no mínimo, uma área de 150m². Devemos colocar neles, dois machos e uma fêmea, ou seja, um trio de peixes para cada 8 a 10m².

Tanques de primeira alevinagem

São de construção igual à dos tanques de reprodução. Devem ter uma área de 100 a 200m².

Tanques de segunda alevinagem

São iguais aos destinados à primeira alevinagem.

Tanques de engorda

Sua construção é do mesmo tipo que as das outras categorias de tanques, mas são bem maiores do que aqueles. Devem medir, no máximo, 1000 a 5000m².

Tanques maiores do que os dos tamanhos indicados, apresentam uma série de inconvenientes. Esses inconvenientes são os mesmo que os dos açudes e das represas: tornam impossível um controle das carpas e é difícil fornecer-lhes uma alimentação nas quantidades adequadas. Além disso, dificultam muito a sua captura.

Podemos utilizar, também, outros métodos de criação ou reprodução, com a desova induzida e a extrusão, ou seja, a coleta dos óvulos e dos espermatozóides, por meio de massagens, etc. 

 

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Enfermidades dos peixes

COMO PLANTAR E CRIAR, Enfermidades dos peixes 15 de outubro de 2019

Enfermidades dos peixes

A ictiopatologia é o ramo da patologia que estuda as doenças dos peixes.  Em cativeiro, as doenças estão entre os motivos que mais matam essa população, ao contrário do que ocorre em águas naturais.

Os peixes podem ser atacados pelas seguintes enfermidades causadas por parasitas, bactérias, micoses, vírus, tumores, de metabolismo, traumas e ecológicas.

Para se diagnosticar um problema ictiopatológico, o piscicultor deve fornecer o máximo de informações precisas sobre o peixe (como espécie, sexo, idade, comprimento, peso, origem da água, etc.) para o reconhecimento clínico (ou anamnese). Em seguida, um exame completo deve ser realizado no animal, a ponto de se observarem sua superfície externa, sua musculatura, seus olhos, brânquias, além de um exame interno. Por fim, para o exame laboratorial, o piscicultor deve enviar ao local amostras de peixes vivos, moribundos e congelados.

Neste processo, são quatro tipos de exames a serem feitos, na seguinte ordem: bacteriológico, parasitológico, virológico e histopatológico.

Por fim, detectada a enfermidade, deve-se seguir os procedimentos técnicos para a sua eliminação. Em alguns casos, por mais que se tenha dado a criação como perdida, o resultado dos exames permitirá ao piscicultor mais cautela para iniciar uma próxima criação de peixes no sentido de prevenção de doenças.

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Como fazer uma boa compostagem

Como fazer uma boa compostagem, COMO PLANTAR E CRIAR, DESTAQUES, JARDINAGEM, NOVIDADES PARA O AGRO 15 de outubro de 2019

Como fazer uma boa compostagem

A técnica de compostagem orgânica é uma prática que tem sido utilizada há muitos anos, em todo o mundo, servindo de importante auxiliar nos processos produtivos agrícolas. Conhecer os efeitos benéficos que a matéria orgânica provoca nas estruturas química, física e biológica dos nossos solos tropicais, define essa prática como fundamental para a busca da sustentabilidade agrícola de nossos sistemas produtivos.
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