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Indústria da carne assina acordo para integrar sistemas de exportação para Jordânia

ESPAÇO DO LEITOR, Indústria da carne assina acordo para integrar sistemas de exportação para Jordânia 24 de outubro de 2020

Medida de adesão voluntária permitirá reduzir tempo de liberação dos embarques de 20 dias para poucas horas e deverá ser expandido para demais 21 países do bloco

 

Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) assinaram um acordo com a Câmara de Comércio Brasil-Árabe (CCBA) e as principais certificadoras halal do país para integrar sistemas de documentação e certificação para dinamizar as exportações para a Jordânia de vinte 20 para poucas horas.

“O sistema está pronto, vamos começar a desenvolver os projetos pilotos e, garantindo o sucesso com um país, praticar com os outros 21 países”, explica Tamer Mansour, secretário-geral na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Segundo Mansour, os primeiros embarques usando o sistema integrado, uma plataforma blockchain desenvolvida desde setembro do ano passado, deverão ocorrer ainda neste ano, gerando economia de US$ 4 milhões com logística de documentos ao governo da Jordânia.

“Os custos burocráticos para as exportações brasileiras para os países árabes, com chancela e certificação de documentos, logística para envio de documentos, tudo isso vai ser anulado”, aponta o secretário-geral da CCAB.

Signatário do acordo, Ali Saif, presidente da Cdial Halal, conta que a certificadora já chegou a demorar três dias para emitir um certificado halal devido aos trâmites logísticos. “O que estamos propondo é que a coisa seja imediata, sem essa questão de transporte e risco de perda de documentos”, detalha Saif.

De adesão voluntária, a ferramenta é vista como “uma oportunidade de desburocratização” pelo setor de proteína animal no país. “É uma oportunidade de desburocratização de processos, com maior segurança e transparência durante a exportação, com menos custos e maior agilidade nas vendas para determinados destinos do Oriente Médio”, aponta o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, as exportações agrícolas para a Jordânia somam 339,1 mil toneladas, sendo 16,6% desse volume carnes, incluindo proteínas de frango e bovina. O país responde por 2% das vendas totais para o bloco, que somam 14,2 milhões de toneladas este ano, sendo 1,3 milhão só de carnes.

 

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Indústria da carne assina acordo para integrar sistemas de exportação para Jordânia

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Medida de adesão voluntária permitirá reduzir tempo de liberação dos embarques de 20 dias para poucas horas e deverá ser expandido para demais 21 países do bloco

 

Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) assinaram um acordo com a Câmara de Comércio Brasil-Árabe (CCBA) e as principais certificadoras halal do país para integrar sistemas de documentação e certificação para dinamizar as exportações para a Jordânia de vinte 20 para poucas horas.

“O sistema está pronto, vamos começar a desenvolver os projetos pilotos e, garantindo o sucesso com um país, praticar com os outros 21 países”, explica Tamer Mansour, secretário-geral na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Segundo Mansour, os primeiros embarques usando o sistema integrado, uma plataforma blockchain desenvolvida desde setembro do ano passado, deverão ocorrer ainda neste ano, gerando economia de US$ 4 milhões com logística de documentos ao governo da Jordânia.

“Os custos burocráticos para as exportações brasileiras para os países árabes, com chancela e certificação de documentos, logística para envio de documentos, tudo isso vai ser anulado”, aponta o secretário-geral da CCAB.

Signatário do acordo, Ali Saif, presidente da Cdial Halal, conta que a certificadora já chegou a demorar três dias para emitir um certificado halal devido aos trâmites logísticos. “O que estamos propondo é que a coisa seja imediata, sem essa questão de transporte e risco de perda de documentos”, detalha Saif.

De adesão voluntária, a ferramenta é vista como “uma oportunidade de desburocratização” pelo setor de proteína animal no país. “É uma oportunidade de desburocratização de processos, com maior segurança e transparência durante a exportação, com menos custos e maior agilidade nas vendas para determinados destinos do Oriente Médio”, aponta o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, as exportações agrícolas para a Jordânia somam 339,1 mil toneladas, sendo 16,6% desse volume carnes, incluindo proteínas de frango e bovina. O país responde por 2% das vendas totais para o bloco, que somam 14,2 milhões de toneladas este ano, sendo 1,3 milhão só de carnes.

 

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Indústria da carne assina acordo para integrar sistemas de exportação para Jordânia

ESPAÇO DO LEITOR, Indústria da carne assina acordo para integrar sistemas de exportação para Jordânia 24 de outubro de 2020

Medida de adesão voluntária permitirá reduzir tempo de liberação dos embarques de 20 dias para poucas horas e deverá ser expandido para demais 21 países do bloco

 

Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) assinaram um acordo com a Câmara de Comércio Brasil-Árabe (CCBA) e as principais certificadoras halal do país para integrar sistemas de documentação e certificação para dinamizar as exportações para a Jordânia de vinte 20 para poucas horas.

“O sistema está pronto, vamos começar a desenvolver os projetos pilotos e, garantindo o sucesso com um país, praticar com os outros 21 países”, explica Tamer Mansour, secretário-geral na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

Segundo Mansour, os primeiros embarques usando o sistema integrado, uma plataforma blockchain desenvolvida desde setembro do ano passado, deverão ocorrer ainda neste ano, gerando economia de US$ 4 milhões com logística de documentos ao governo da Jordânia.

“Os custos burocráticos para as exportações brasileiras para os países árabes, com chancela e certificação de documentos, logística para envio de documentos, tudo isso vai ser anulado”, aponta o secretário-geral da CCAB.

Signatário do acordo, Ali Saif, presidente da Cdial Halal, conta que a certificadora já chegou a demorar três dias para emitir um certificado halal devido aos trâmites logísticos. “O que estamos propondo é que a coisa seja imediata, sem essa questão de transporte e risco de perda de documentos”, detalha Saif.

De adesão voluntária, a ferramenta é vista como “uma oportunidade de desburocratização” pelo setor de proteína animal no país. “É uma oportunidade de desburocratização de processos, com maior segurança e transparência durante a exportação, com menos custos e maior agilidade nas vendas para determinados destinos do Oriente Médio”, aponta o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, as exportações agrícolas para a Jordânia somam 339,1 mil toneladas, sendo 16,6% desse volume carnes, incluindo proteínas de frango e bovina. O país responde por 2% das vendas totais para o bloco, que somam 14,2 milhões de toneladas este ano, sendo 1,3 milhão só de carnes.

 

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Governo sonda investidores de olho em acelerar emissão de títulos verdes

ESPAÇO DO LEITOR, Governo sonda investidores de olho em acelerar emissão de títulos verdes 24 de outubro de 2020

Iniciativa faz parte da parceria entre Ministério da Agricultura e Climate Bonds Initiative, cujo plano de investimento prevê R$ 692 bilhões até 2030

 

De olho em um mercado de US$ 840 milhões para iniciativas de títulos verdes no mundo, o Ministério da Agricultura (Mapa) e a Climate Bonds Initiative (CBI) querem entender os gargalos que impedem a aproximação dos investidores ao Brasil. Para isso, uma pesquisa está sendo feita desde setembro com foco em credores nacionais e internacionais.

A iniciativa faz parte de um memorando de entendimento assinado entre as partes em novembro de 2019, cujo plano de investimento para títulos verdes no Brasil sugere um potencial de US$ 163,3 bilhões, o equivalente a R$ 692 bilhões – o dólar estava em R$ 4,24 na época do acordo. O valor foi estipulado pela CBI, considerando o Código Florestal brasileiro, o Plano de Baixo Carbono e compromissos climáticos assumidos pelo Brasil em anos anteriores.

De acordo com o secretário-adjunto de Política Agrícola do Mapa, José Ângelo Mazzillo Júnior, o Brasil tem grande potencial para a emissão destes títulos, já que a demanda anual por capital de giro é de aproximadamente US$ 100 bilhões somente na agropecuária. No entanto, para que este mercado deslanche, os investidores precisam se pronunciar sobre o que os faz não investir.

No questionário, há perguntas como quais os principais obstáculos para investir, quais os setores mais atrativos para destinar recursos, se há preferência em regiões ou biomas para os investimentos e qual o perfil de público-alvo a ser beneficiado, como cooperativas ou agricultores familiares

“Queremos ouvir dele [investidor], francamente, sem rodeio, o que é que ‘pega’ para investir no agro sustentável do país”, diz ele, complementando que os credores podem se pronunciar sobre mudanças na lei, regulamentos, problemas governamentais e o próprio custo-Brasil. “Vocês precisam falar, até para pautar o Estado”, afirma.

Fonte de investimento

Em entrevista a Globo Rural, Mazzillo diz que a expectativa é de que o mercado financeiro verde seja a principal fonte de investimento do agronegócio. Para ele, ainda que o setor seja atualmente exigido por protocolos de sustentabilidade no processo produtivo, em um futuro próximo, é o Brasil quem irá demandar produção sustentável de parceiros comerciais.

A CBI também reitera que é importante ouvir o investidor e garante que, mesmo se o retorno da pesquisa for negativo, com críticas ao governo federal, a entidade manterá o memorando de entendimento, pois as preocupações que constarem no relatório do questionário serão levadas em consideração.

Em junho deste ano, no anúncio do plano de investimento entre Mapa e CBI, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ressaltou que a Lei do Agro permite a facilitação de entrada de capital estrangeiro, mas ponderou que “a simples oferta dos green bonds não criará automaticamente esse mercado”, por isso a importância de haver certificação para os títulos e saber como criar um mercado confiável para quem investe.

 

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Governo sonda investidores de olho em acelerar emissão de títulos verdes

ESPAÇO DO LEITOR, Governo sonda investidores de olho em acelerar emissão de títulos verdes 24 de outubro de 2020

Iniciativa faz parte da parceria entre Ministério da Agricultura e Climate Bonds Initiative, cujo plano de investimento prevê R$ 692 bilhões até 2030

 

De olho em um mercado de US$ 840 milhões para iniciativas de títulos verdes no mundo, o Ministério da Agricultura (Mapa) e a Climate Bonds Initiative (CBI) querem entender os gargalos que impedem a aproximação dos investidores ao Brasil. Para isso, uma pesquisa está sendo feita desde setembro com foco em credores nacionais e internacionais.

A iniciativa faz parte de um memorando de entendimento assinado entre as partes em novembro de 2019, cujo plano de investimento para títulos verdes no Brasil sugere um potencial de US$ 163,3 bilhões, o equivalente a R$ 692 bilhões – o dólar estava em R$ 4,24 na época do acordo. O valor foi estipulado pela CBI, considerando o Código Florestal brasileiro, o Plano de Baixo Carbono e compromissos climáticos assumidos pelo Brasil em anos anteriores.

De acordo com o secretário-adjunto de Política Agrícola do Mapa, José Ângelo Mazzillo Júnior, o Brasil tem grande potencial para a emissão destes títulos, já que a demanda anual por capital de giro é de aproximadamente US$ 100 bilhões somente na agropecuária. No entanto, para que este mercado deslanche, os investidores precisam se pronunciar sobre o que os faz não investir.

No questionário, há perguntas como quais os principais obstáculos para investir, quais os setores mais atrativos para destinar recursos, se há preferência em regiões ou biomas para os investimentos e qual o perfil de público-alvo a ser beneficiado, como cooperativas ou agricultores familiares

“Queremos ouvir dele [investidor], francamente, sem rodeio, o que é que ‘pega’ para investir no agro sustentável do país”, diz ele, complementando que os credores podem se pronunciar sobre mudanças na lei, regulamentos, problemas governamentais e o próprio custo-Brasil. “Vocês precisam falar, até para pautar o Estado”, afirma.

Fonte de investimento

Em entrevista a Globo Rural, Mazzillo diz que a expectativa é de que o mercado financeiro verde seja a principal fonte de investimento do agronegócio. Para ele, ainda que o setor seja atualmente exigido por protocolos de sustentabilidade no processo produtivo, em um futuro próximo, é o Brasil quem irá demandar produção sustentável de parceiros comerciais.

A CBI também reitera que é importante ouvir o investidor e garante que, mesmo se o retorno da pesquisa for negativo, com críticas ao governo federal, a entidade manterá o memorando de entendimento, pois as preocupações que constarem no relatório do questionário serão levadas em consideração.

Em junho deste ano, no anúncio do plano de investimento entre Mapa e CBI, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ressaltou que a Lei do Agro permite a facilitação de entrada de capital estrangeiro, mas ponderou que “a simples oferta dos green bonds não criará automaticamente esse mercado”, por isso a importância de haver certificação para os títulos e saber como criar um mercado confiável para quem investe.

 

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Inmet lança aplicativo com informações meteorológicas para o setor agrícola

ESPAÇO DO LEITOR, Inmet lança aplicativo com informações meteorológicas para o setor agrícola 23 de outubro de 2020

Sistema tem dados de estações e variáveis como temperatura, precipitação, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento e radiação solar

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) lançou uma versão para celular da plataforma Sisdagro (Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária), que tem informações meteorológicas para ajudar na tomada de decisões para o planejamento e manejo agropecuário.

O sistema tem dados de uma rede de estações do Inmet, bem como de informações obtidas por modelos de previsão do tempo, com variáveis como temperatura, precipitação, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento e radiação solar.

Além do monitoramento agrometeorológico, o Sisdagro traz previsão de condições favoráveis à formação de geada, sendo classificadas como forte, moderada e fraca, bem como informações para adoção de medidas envolvendo cultivos, pragas e conforto térmico bovino.

O aplicativo é voltado, principalmente, para técnicos agropecuários, produtores do setor agrônomo e gestores governamentais que executem políticas públicas voltadas ao setor agrícola. A versão para Android já pode ser baixada. Em breve, também estará disponível para IOS.

 

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Falta de chuva já prejudica produção de milho em SC

ESPAÇO DO LEITOR, Falta de chuva já prejudica produção de milho em SC 23 de outubro de 2020

Há produtores contratando caminhões pipa para abastecer propriedades. Segundo a Faesc, Estado terá que importar ainda mais o grão em 2021

 

A escassez de chuva em Santa Catarina já compromete a produção de verão no Estado, segundo a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc). “A previsão de colheita de 2,5 milhões de toneladas de milho na safra 2020/2021 certamente não será alcançada”, disse, em nota, o vice-presidente da entidade, Enori Barbieri.

“O Estado terá que importar ainda mais milho no próximo ano”, acrescenta ele, sobre o fato de que indústrias de carne do Estado já dependem da produção do cereal de outras regiões. “A estimativa de área plantada no Estado para a safra é de 320 mil hectares de milho comercial e 220 mil hectares de milho para silagem”, afirma o texto.

Conforme a Faesc, o déficit hídrico ultrapassa 700 milímetros neste ano em Santa Catarina. O presidente da entidade, José Zeferino Pedrozo, ressalta que a federação está em contato com a Secretaria de Agricultura do Estado e com demais órgãos do governo para buscar soluções.

“A situação é muito preocupante. Muitos produtores estão tendo que investir na contratação de caminhões pipa para abastecer as propriedades e os que iniciaram o plantio de milho já têm prejuízos com a má germinação dos grãos, devido à falta de umidade no solo”, destaca.

 

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Brasil e EUA concluem acordos para facilitação de investimentos, diz Bolsonaro

Brasil e EUA concluem acordos para facilitação de investimentos, diz Bolsonaro, ESPAÇO DO LEITOR 22 de outubro de 2020

Presidente afirmou que pacote traz benefícios e fluxo de investimentos

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira (19/10), que representantes do Brasil e dos Estados Unidos concluíram, há poucos dias, as negociações de três acordos demandados por empresários dos dois países, de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção. “Esse pacote triplo será capaz de reduzir burocracias e trazer ainda mais crescimento ao nosso comércio bilateral, com efeitos benéficos também para o fluxo de investimentos”, disse.

Bolsonaro participou da abertura da conferência de negócios US-Brazil Connect Summit nesta segunda-feira, de forma virtual, e convidou os investidores a examinarem a carteira de negócios do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), de concessões e privatizações do governo federal. Ele destacou as novas oportunidades de negócios no país, com a abertura do mercado brasileiro de gás natural e o fortalecimento na área de biocombustíveis, “essenciais nesse processo de reforma de nossa matriz energética”.

Para o presidente, “há um enorme potencial” na agenda de cooperação entre os dois países, e, diversas áreas de interesse comum. “Para o futuro, vislumbramos um arrojado acordo tributário, um abrangente acordo comercial e uma ousada parceria entre nossos países para redesenhar as cadeias globais de produção”, afirmou.

Durante seu discurso, o presidente também falou sobre a assinatura de acordo na área de Defesa, com a abertura de novas oportunidades de cooperação entre as Forças Armadas e as indústrias de ambos os países. “Esse é o primeiro acordo da modalidade que os EUA firmam com um país da América do Sul, o que também demonstra a disposição do lado americano em aprofundar a relação bilateral”, ressaltou.

No mesmo sentido, Bolsonaro disse que a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) é “um firme propósito do Estado brasileiro, para o qual temos muito nos empenhado, tanto em nível técnico quanto político”, com o apoio do governo dos EUA. “O ingresso do Brasil na OCDE irá gerar efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais e será mais uma evidência da nossa disposição em assumir compromissos e responsabilidades compatíveis com a importância do nosso país no sistema internacional.”

De acordo com Bolsonaro, sua aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, inaugurou “uma nova etapa no relacionamento entre as duas maiores economias e democracias do hemisfério”.

“A prioridade que o Brasil confere a essa relação é clara e sincera. Desde o início de meu governo, visitei os EUA em quatro oportunidades, e em todos estive com o presidente Trump”, afirmou.

Setor privado

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os acordos são pedra fundamental para futuro livre comércio entre os dois países e para evitar a dupla tributação. Na avaliação da entidade, embora não tratem de acesso a mercados, os acordos abordam temas de última geração e possibilitam a economia de custos e a ampliação da competitividade na relação entre os dois países.

“A redução da burocracia, dos custos de transação e dos atrasos desnecessários relacionados ao fluxo comercial de bens, a partir de medidas de facilitação de comércio, proporcionará maior competitividade e eficiência às operações comerciais realizadas entre os dois países”, informou em nota. “Por outro lado, o estabelecimento de boas práticas regulatórias reconhecidas contribuirá para promover maior transparência, coerência e segurança jurídica para a atividade econômica, com a consequente redução de custos e o estímulo ao crescimento e criação de empregos”.

Em 2019, o intercâmbio de bens e serviços entre Brasil e Estados Unidos foi superior a US$ 100 bilhões em 2019.

 

 

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Brasil e EUA concluem acordos para facilitação de investimentos, diz Bolsonaro

Brasil e EUA concluem acordos para facilitação de investimentos, diz Bolsonaro, ESPAÇO DO LEITOR 22 de outubro de 2020

Presidente afirmou que pacote traz benefícios e fluxo de investimentos

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira (19/10), que representantes do Brasil e dos Estados Unidos concluíram, há poucos dias, as negociações de três acordos demandados por empresários dos dois países, de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção. “Esse pacote triplo será capaz de reduzir burocracias e trazer ainda mais crescimento ao nosso comércio bilateral, com efeitos benéficos também para o fluxo de investimentos”, disse.

Bolsonaro participou da abertura da conferência de negócios US-Brazil Connect Summit nesta segunda-feira, de forma virtual, e convidou os investidores a examinarem a carteira de negócios do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), de concessões e privatizações do governo federal. Ele destacou as novas oportunidades de negócios no país, com a abertura do mercado brasileiro de gás natural e o fortalecimento na área de biocombustíveis, “essenciais nesse processo de reforma de nossa matriz energética”.

Para o presidente, “há um enorme potencial” na agenda de cooperação entre os dois países, e, diversas áreas de interesse comum. “Para o futuro, vislumbramos um arrojado acordo tributário, um abrangente acordo comercial e uma ousada parceria entre nossos países para redesenhar as cadeias globais de produção”, afirmou.

Durante seu discurso, o presidente também falou sobre a assinatura de acordo na área de Defesa, com a abertura de novas oportunidades de cooperação entre as Forças Armadas e as indústrias de ambos os países. “Esse é o primeiro acordo da modalidade que os EUA firmam com um país da América do Sul, o que também demonstra a disposição do lado americano em aprofundar a relação bilateral”, ressaltou.

No mesmo sentido, Bolsonaro disse que a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) é “um firme propósito do Estado brasileiro, para o qual temos muito nos empenhado, tanto em nível técnico quanto político”, com o apoio do governo dos EUA. “O ingresso do Brasil na OCDE irá gerar efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais e será mais uma evidência da nossa disposição em assumir compromissos e responsabilidades compatíveis com a importância do nosso país no sistema internacional.”

De acordo com Bolsonaro, sua aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, inaugurou “uma nova etapa no relacionamento entre as duas maiores economias e democracias do hemisfério”.

“A prioridade que o Brasil confere a essa relação é clara e sincera. Desde o início de meu governo, visitei os EUA em quatro oportunidades, e em todos estive com o presidente Trump”, afirmou.

Setor privado

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os acordos são pedra fundamental para futuro livre comércio entre os dois países e para evitar a dupla tributação. Na avaliação da entidade, embora não tratem de acesso a mercados, os acordos abordam temas de última geração e possibilitam a economia de custos e a ampliação da competitividade na relação entre os dois países.

“A redução da burocracia, dos custos de transação e dos atrasos desnecessários relacionados ao fluxo comercial de bens, a partir de medidas de facilitação de comércio, proporcionará maior competitividade e eficiência às operações comerciais realizadas entre os dois países”, informou em nota. “Por outro lado, o estabelecimento de boas práticas regulatórias reconhecidas contribuirá para promover maior transparência, coerência e segurança jurídica para a atividade econômica, com a consequente redução de custos e o estímulo ao crescimento e criação de empregos”.

Em 2019, o intercâmbio de bens e serviços entre Brasil e Estados Unidos foi superior a US$ 100 bilhões em 2019.

 

 

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Queda na demanda árabe faz BRF decidir por férias coletivas em frigorífico no Paraná

ESPAÇO DO LEITOR, Queda na demanda árabe faz BRF decidir por férias coletivas em frigorífico no Paraná 22 de outubro de 2020

Unidade da empresa em Carambeí, no interior do Estado, ficará parada por 20 dias a partir de 16 de novembro

 

A queda na demanda dos países árabes pelo frango brasileiro nos últimos meses levou a BRF a adequar as operações da sua unidade em Carambeí, no interior do Paraná. O frigorífico, com capacidade de abate de mais de 3 mil aves por hora, é especializado em cortes hallal, protocolo exigido por países de religião islâmica.

“A BRF informa que a unidade de Carambeí (PR) passará por ajustes operacionais, onde serão executadas obras de modernização a partir do dia 16 de novembro. O objetivo dessa medida pontual e previamente planejada é a adequação da produção à demanda do mercado”, aponta a companhia, em nota.

Apesar de a empresa não ter citado a redução no mercado árabe, Globo Rural apurou que, em reunião com o sindicato local no início de outubro, a BRF justificou a necessidade de conceder férias coletivas para adequar os estoques da unidade, que estariam sobrecarregados diante da menor demanda.

A empresa possui cerca de 1.600 trabalhadores e tem como principal cliente o mercado árabe, com destaque para a Arábia Saudita.

Segundo dados do Ministério da Agricultura, as exportações brasileiras de carne de frango de janeiro a setembro deste ano estão 0,5% abaixo do registrado em igual período do ano passado. Para o mercado árabe, essa queda é de 5,7%, chegando a 9% no caso da Arábia Saudita.

 

 

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