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Plantio de soja chega a 67% da área estimada no Brasil, segundo AgRural

COMO PLANTAR E CRIAR 13 horas atrás

Consultoria prevê que a safra do Brasil será de 120,7 milhões de toneladas com área de 36,4 milhões de hectares.

O levantamento semanal da consultoria AgRural mostra que o plantio da soja avançou 9 pontos percentuais e atingiu 67% da área estimada até a última quinta-feira (14). Este número é inferior aos 82% do mesmo período do ano passado e dos 70% da média de cinco anos.

Para a safra de 2018/2019, a área é estimada em 36,4 milhões de hectares – com aumento anual de 1,5% –, enquanto o potencial de produção é calculado em 120 milhões de toneladas.

O Mato Grosso é o estado que se destaca com 97% da área semeada, de acordo com o último levantamento. Segundo análise da Agrural, o maior volume da colheita começará a partir de meados de janeiro no MT. “Pancadas de chuva vêm garantindo boas condições de desenvolvimento às lavouras em praticamente todo o estado. Algumas áreas isoladas devem ser colhidas já depois do Natal”.

O plantio no Paraná também avançou consideravelmente, com 85% da área semeada. Na região de Londrina, no norte paranaense, cerca de um terço da área já plantada tem condições consideradas ruins, mas a expectativa é de que as lavouras melhorem na medida em que as precipitações se tornarem mais constantes, consta no relatório.

Segundo a AgRural, o plantio avançou em Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Contudo, ainda há atraso nesses estados e a necessidade de replantio em alguns pontos de Mato Grosso do Sul e Goiás, já que as chuvas, mesmo tendo melhorado na semana passada, seguiram irregulares em parte das áreas produtoras.

As plantações na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e no Rio Grande do Sul estão mais lentas do que o normal, mas por fatores diferentes: devido à falta de umidade e o excesso de umidade, respectivamente.

Adubo para Grama

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A vacinação é a melhor medida contra as principais doenças dos animais

COMO PLANTAR E CRIAR 13 horas atrás

A vacinação é uma das mais importantes medidas preventivas contra as diversas doenças que atacam os rebanhos, sejam eles de bovinos, suínos ou qualquer de qualquer outra espécie animal.

Os animais devem ser vacinados contra as doenças, não só pelos prejuízos que estas podem causar aos criadores mas, principalmente, pelo perigo que representam para a saúde da população, pois algumas das doenças que atacam os animais podem ser transmitidas ao homem, por contato com o animal doente ou mesmo através do consumo de seus produtos, ou seja, carne, leite, ovos, etc.

A seguir relacionamos as principais doenças dos bovinos, que devem ser prevenidas através da vacinação:

– pneumo-enterite dos bezerros: nesse caso, os bezerros devem ser vacinados depois de 15 dias de idade. Antes, porém, é aconselhável vacinar a vaca 1 mês antes da cria pois o bezerro já nasce mais resistente à essa doença;
– Peste da manqueira: o nome técnico desta doença é carbúnculo sintomático e ataca os bovinos dos 6 meses aos 2 anos de idade. Todos os bezerros devem ser vacinados antes dos 6 meses;
– Carbúnculo ou carbúnculo verdadeiro: é uma doença que contamina certas regiões ou mesmo pastagens, obrigando o criador a vacinar todos os animais, todos os anos, sob pena de não poder criá-los. A vacina contra essa doença só deve ser usada em lugares em que houve casos de carbúnculo, comprovado ou suspeito;
– Brucelose: é também chamada de aborto epizoótico, porque provoca aborto nas fêmeas. É uma doença muito perigosa pois se transmite rapidamente a todo o rebanho, quando aparece o primeiro animal doente;
– Raiva: é uma doença que não tem cura. Os bois, em geral, ficam raivosos pelos ataques de cachorros ou morcegos doentes. Portanto, todos os bois devem ser vacinados nas zonas em que houve casos de raiva transmitida por morcegos, pois rapidamente pode surgir um surto de raiva, que pode liquidar todo o rebanho;
– Febre aftosa: é uma doença muito conhecida e que causa os maiores prejuízos ao criador devido à queda da produção, inutilização ou mesmo a morte de grande número de reses. Nenhum criador deve deixar de vacinar seu gado contra essa doença.

Para os cavalos, jumentos e muares, devem ser empregadas as vacinas contra o garrotilho, que é uma grave doença para esses animais, mas não é transmitida ao homem. Outra doença contra a qual devem ser vacinados esses animais é o tétano, que aparece, em geral, em casos de ferimentos, cortes, ou após castrações e outras operações, quando não forem tomados os cuidados necessários de higiene.

Para os porcos, a vacinação deve ser feita, principalmente, contra a febre suína e a aftosa.
Quanto às aves, as vacinas a serem aplicadas, normalmente, são as contra a pipoca, conhecida também por bouba e a vacina contra a doença de Newcastle.

Finalizando, chamamos a atenção dos criadores para o fato de existirem vacinas contra um grande número de doenças, além das já citadas, mas que essas vacinas só são usadas de acordo com as necessidades e circunstâncias.

Para que o criador possa agir acertadamente, escolhendo as vacinas adequadas e fazendo um bom programa geral de vacinações, o melhor é chamar um médico veterinário, pois esse profissional poderá orientar e mesmo comandar o combate às doenças, com o qual o criador só terá a lucrar.

Adubo para Grama

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Brics afirma compromisso de cooperação na área agrícola

Brics afirma compromisso de cooperação na área agrícola, DESTAQUES 16 de novembro de 2019

Comunicado do grupo defende ainda sistema multilateral de comércio, desenvolvimento sustentável, energia limpa e o Acordo de Paris

Os países integrantes do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – anunciaram o compromisso de cooperação na área agrícola e com a promoção de uma agricultura de bases científicas, utilizando Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s). É o que consta no documento final da 11ª Cúpula do Brics, encerrada nesta quinta-feira (14/11), em Brasília (DF).

“Sublinhamos a necessidade de garantir segurança alimentar, qualidade sanitária dos alimentos, combater a desnutrição, eliminar a fome e a pobreza por meio do aumento da produção agrícola, da produtividade, da gestão sustentável dos recursos naturais e do comércio agrícola”, diz o comunicado.

O Brics defendeu ainda o sistema multilateral de comércio, centralizado na Organização Mundial do Comércio (OMC). Na visão do bloco, as relações comerciais internacionais devem ter regras transparentes, além de ser abertas, livres e inclusivas. De outro lado, protecionismo e medidas unilaterais são contrárias ao espírito e as regras da OMC.

O grupo ponderou, no entanto, que é necessária uma reforma no organismo multilateral de comércio. “A reforma deve preservar a centralidade, os valores centrais e os princípios fundamentais da OMC e considerar os interesses de todos os membros, incluindo os países em desenvolvimento”, diz o comunicado.

Desenvolvimento sustentável
Ao tratar de questões ambientais, o grupo pondera que a transição para uma matriz energética mais limpa ocorre de acordo com as condições de cada um dos países. Mas reconhece a importância de garantir o acesso à energia mais limpa e sustentável, o que está ligado à diversificação das fontes.

“Comprometemo-nos a continuar buscando o uso eficiente de combustíveis fósseis e a aumentar a participação de energia renováveis em nossas economias, incluindo biocombustíveis, energia hidrelétrica, solar e eólica”, diz o documento.

Os cinco integrantes do bloco anunciaram também o compromisso com a implantação do Acordo de Paris. E com a promoção do desenvolvimento sustentável nas três dimensões: econômica, social e ambiental. Mas pontuam que a cooperação nessa área deve respeitar a soberania de cada país além da legislação e das práticas locais.

Depois da 11ª Cúpula do Brics, o Brasil, passa a presidência rotativa do bloco para a Rússia, que assume, efetivamente, a partir de 2020.

Adubo para Grama

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Chuva dá trégua no RS e plantio da safra de verão avança

Chuva dá trégua no RS e plantio da safra de verão avança, DESTAQUES 16 de novembro de 2019

Janela climática permitiu que produtores de soja, milho e arroz conseguissem colocar as máquinas em campo

O clima na última semana favoreceu o plantio da safra de verão no Rio Grande do Sul, com dias ensolarados e temperaturas amenas, segundo a Emater. A lavoura de milho já ocupa 81% da área projetada para esta safra, de 771.578 hectares. No caso da soja, o plantio atinge 28% da área prevista, de 5,956 milhões de hectares.

A semeadura do arroz chega a 64% da área prevista para o Estado, de 961.377 hectares. “O tempo instável tem provocado atrasos na implantação da cultura, quando comparada com a evolução ocorrida na safra passada que, no período, já apresentava 88% do arroz semeado”, disse a Emater em nota.

No Rio Grande do Sul, 80% das lavouras de trigo foram colhidas. “Em todas as regiões produtoras, a manutenção da alta umidade no solo e os grandes volumes de precipitação dificultaram a colheita. Lavouras colhidas apresentaram rendimentos regulares, mas com baixa qualidade do produto colhido. Na região de Ijuí, o produto colhido no final de semana apresentou PH entre 70 e 73 e, algumas lavouras, o PH está abaixo de 70.”

Adubo para Grama

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Exportadores de aves dos EUA poderão vender US$ 1 bilhão por ano à China

DESTAQUES, Exportadores de aves dos EUA poderão vender US$ 1 bilhão por ano à China 16 de novembro de 2019

Avaliação é do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, que comemorou a notícia de reabertura do mercado chinês

O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) comemorou a decisão de China de suspender a proibição de importação de carne de aves dos Estados Unidos. “Os Estados Unidos saúdam a decisão da China de finalmente suspender sua proibição injustificada de aves e produtos avícolas dos EUA. Esta é uma ótima notícia para os agricultores da América e para os consumidores da China”, disse o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, em nota divulgada na tarde de quinta-feira (14/11).

Segundo Lighthizer, com o fim do embargo, exportadores dos Estados Unidos poderão vender cerca de US$ 1 bilhão em carne de aves e produtos avícolas por ano para a China. “A reabertura da China para as aves domésticas dos EUA criará novas oportunidades de exportação para nossos produtores de aves e apoiará milhares de trabalhadores empregados pela indústria avícola dos EUA”, afirmou o representante comercial.

A reabertura de mercado também foi comemorada pelo secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue. “Depois de ficarem fora desse mercado há anos, os produtores e exportadores de aves dos EUA recebem com satisfação a reabertura do mercado chinês para seus produtos”, disse no comunicado. “Continuaremos nosso trabalho para expandir o acesso ao mercado em mercados importantes como a China e outros países, para apoiar nossos produtores e gerar mais empregos nos EUA”, acrescentou o secretário.

No início da manha de quinta-feira, o Departamento de Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês) informou que havia liberado a importação de carne de aves dos Estados Unidos. A medida tem efeito imediato e os produtos avícolas norte-americanos que atendem à regulamentação chinesa já podem entrar no país, informou o GACC.

Quatro anos de suspensão
A proibição estava em vigor desde 2015, quando foram registrados surtos de gripe aviária nos EUA. A liberação já havia sido anunciada anteriormente como parte das negociações comerciais entre os dois países, mas ainda não havia sido oficializada. Como parte do acordo com Washington, Pequim está se comprometendo em aumentar as compras de produtos agrícolas. A medida ocorre em meio à epidemia da peste suína africana (ASF, na sigla em inglês) que dizimou aproximadamente metade do plantel chinês de suínos.

Com o avanço da doença, a China tem aumentado a importação de proteínas animais, em alternativa para abastecimento doméstico

De acordo com dados divulgados pelo USDA, os EUA são o segundo maior exportador de carne de frango e produtos avícolas do mundo. No último ano, as exportações do setor geraram receita de US$ 4,3 bilhões.

Adubo para Grama

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Morre touro avaliado em U$$ 110 mil que mais influenciou a raça angus no mundo

DESTAQUES, Morre touro avaliado em U$$ 110 mil que mais influenciou a raça angus no mundo 16 de novembro de 2019

Resource morreu com oito anos e esteve entre os dez touros com mais filhos registrados nos Estados Unidos

A pecuária mundial perdeu mais um grande touro. A GENEX confirmou o falecimento do touro S A V Resource 1441, da raça Angus. Com quase nove anos de idade e estimado em U$ 110 mil, o animal deixa 30 filhos em bancos de sêmen pelo mundo. O boi era o 4º melhor touro do Sumário Promebo no Índice Final, principal ranking da raça.

A genealogia do Resource surgiu a partir da melhor doadora da Schaff Angus Valley, a S A V Blackcap May 4136, combinado com o melhor das linhagens Rito, explica a GENEX. Desde jovem, ele se destacou como o melhor animal dos 17 irmãos inteiros pelo desempenho da musculatura – acima da média da raça Angus.

“Com certeza uma grande perda para a raça Angus. Resource esteve entre os TOP 10 em número de filhos registrados nos Estados Unidos nos últimos quatro anos, totalizando mais de 17 mil filhos. Seu legado seguirá com o pouco de sêmen que ainda resta em estoque e com seus inúmeros filhos pelo mundo”, diz a gerente da Genex, Juliana Ferragute.

Segundo o médico-veterinário e inspetor técnico da Associação Brasileira de Angus, Fernando Velloso, o Resource possuia genética para explosão de crescimento (ganho de peso, desmame e pós desmame) com tamanho adulto moderado, características antagônicas e difíceis de encontrar em um mesmo touro.

Em relação à qualidade das crias, a superioridade genética do Resource se confirmou desde os primeiros nascimentos de seus filhos. A capacidade de transmitir ganho de peso e musculatura com tamanho moderado impressionou os criadores.

O diretor-executivo da Cabanha São Xavier, Camilo Vianna ressalta que o touro produziu filhos de excelente fenótipo, que possuem qualidade de carcaça elevada, principalmente em acabamento de gordura intramuscular e gordura de picanha. Além de trazer animais funcionais, com frame mais moderado e rápido acabamento.

Adubo para Grama

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Como bloquear energias negativas em sua vida e em sua casa.

Como bloquear energias negativas em sua vida e em sua casa., COMO PLANTAR E CRIAR, DESTAQUES, GASTRONOMIA, SAÚDE 15 de novembro de 2019

Como bloquear energias negativas em sua vida e em sua casa.

Energias negativas estão em todas as partes, de pessoas que pensão e praticam o mal 24 horas por dia e que acabam te atingindo de alguma forma, dando desanimo, ficando para baixo e fazendo você perder o bem mais precioso que você tem que é o tempo.

Se as energias negativas se instalam numa casa, os moradores podem ficar irritados, sonolentos, brigam por qualquer motivo e podem até adoecer. Os aparelhos domésticos quebram com frequência, acontecem pequenos acidentes.

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Como Bloquear Energias Negativas

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Seleção é fator determinante na produção e produtividade das criações

COMO PLANTAR E CRIAR, DESTAQUES 14 de novembro de 2019

Seleção é o acasalamento de animais da mesma raça, com o objetivo de escolher (selecionar) os melhores, conservando ou exaltando ao máximo as características desejadas. Pode, contudo, ter uma definição mais ampla, como sendo “escolher os melhores dentro de um determinado grupo ou conjunto, isto é, escolher os melhores para reprodutores, inclusive para cruzamentos ou “mestiçagens”. Portanto, seleção é o método de reprodução pelo qual são escolhidos os animais que melhor se enquadrem dentro do padrão da raça, do tipo ou produção desejados e que sejam fecundos, vigorosos e sadios, para que haja sucesso na criação.

A seleção pode ser natural quando os animais, abandonados à sua sorte, como os selvagens, por exemplo, lutam pela sobrevivência e entre si, vencendo os mais fortes. Esse tipo de seleção não satisfaz criadores, porque nem sempre o mais forte é o melhor, sob o aspecto econômico de sua produção.

Seleção artificial é aquela em que o homem interfere, com o objetivo de orientá-la para obter as características ou a produção desejadas. Para isso, aproveita os fatores de resistência e rusticidade já apurados pela seleção natural e depois, pela seleção artificial, em ambiente adequado e uma alimentação racional, procura exaltar ao máximo as características de produção, aptidões, fatores morfológicos (formas), etc. A seleção, no entanto, nada mais faz do que exaltar ou permitir que se manifestem caracteres bons ou maus, acumulados na carga genética dos animais (genótipo). Sob o ponto de vista genético, a seleção deve ser encarada como homozigose, não se acumulando no idioplasma, mesmo após uma série de gerações.

Portanto, por melhor que sejam as condições proporcionadas aos animais e a sua alimentação, não podemos acumular em seu genótipo (carga hereditária), caracteres bons ou maus, se eles não forem adquiridos por via germinal ou hereditária. Numa criação de pouca produção, por exemplo, só podemos fazer uma seleção com bons resultados, se os animais possuírem uma boa carga genética para a alta produção desejada, faltando proporcionar-lhes apenas, as condições adequadas de ambiente e alimentação, para que essas boas qualidades possam ser reveladas ou acentuadas, pois já existiam e só não se manifestavam devido às condições contrárias existentes.

Por essas razões, são de grande importância para a seleção, uma alimentação racional, ginástica funcional, medidas higiênicas e um bom manejo pois, não só aumentariam a produção, como permitem identificar os melhores animais sob o ponto de vista de seu exterior e de sua produtividade.

A seleção se opõe ao cruzamento, pois se realiza dentro da mesma raça, enquanto que o cruzamento busca novas qualidades, saindo da raça. A seleção tende, portanto, a conservar os caracteres da raça, com a reprodução de indivíduos que possuam essas mesmas características. Quando a seleção é progressiva, tende a eliminar características intermediárias e se realiza objetivando a máxima exaltação das aptidões e do rendimento econômico.

É necessário conhecer primeiro a raça ou qualidade a ser selecionada e a homogeneidade dos reprodutores, eliminando da reprodução a descendência que não corresponda aos fins desejados.

Adubo para Grama

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Coccideose: doença que pode causar prejuízos aos avicultores

COMO PLANTAR E CRIAR, DESTAQUES 14 de novembro de 2019

A coccideose é uma doença causada por parasitas internos ou protozoários que atacam codornas, galinhas, perus, marrecos, faisões, angolinhas, pavões, perdizes, pombos e outras aves.

Os parasitas que produzem a coccideose ou eimeriose são de diversas espécies do gênero Eimeria, entre as quais a Eimeria tenella, a Eimeria necatrix, etc.

A coccideose ataca as aves de qualquer idade, embora o faça com mais intensidade nas aves mais novas : quanto mais jovens as aves, maiores são a incidência e a gravidade da coccideose, se não forem tomadas as medidas profiláticas indicadas. As recém-nascidas são muito sensíveis a essa doença.

A via de penetração da doença é digestiva, e acontece quando as aves ingerem oocistos de eimérias, encontrados principalmente em águas contaminadas, nos excrementos e nos detritos, principalmente quando úmidos, pois a umidade é necessária para que esses oocistos ou coccídeos se tornem infestantes, produzindo a doença. É por esta razão que as aves criadas “no chão”, sobre camas, estão mais sujeitas à coccideose do que as criadas em criadeiras e, portanto, sobre telas as quais não propiciam o ambiente úmido, necessário à proliferação desses germes.

Sintomas

As aves atacadas ficam tristes, arrepiadas, tiristantes, com as asas caídas e amontoam-se nos cantos. Além disso, como sintoma muito característico, apresentam uma diarréia sangüinolenta. As aves morrem em poucos dias e a mortalidade é elevada.

Diagnóstico

A identificação dessa doença pode ser feita pelos seus sintomas externos, pela necrópsia ou por exames de fezes ou do conteúdo intestinal, feitos com microscópio. Essa é a forma mais garantida, pois esse exame revela a presença dos oocistos.

Devemos esclarecer que esses oocistos são expelidos junto com as fezes mas que são, nessa época, praticamente inofensivos, por não serem capazes de “contaminar” outra ave. Para que possam infestar outras aves, implantando a doença, é necessário que eles, no exterior, sofram um “amadurecimento”. Para isso, é preciso um certo grau de umidade e de temperatura. É por essa razão que devemos evitar a criação de aves “no chão” e quando o fizermos, não devemos permitir a presença de cama muito compactada, com fezes ou úmida, o que ocorre, principalmente, perto dos bebedouros.

Outra forma de transmissão da doença é através de aves que, tornando-se resistentes a ela, são portadoras das eimérias e eliminando os oocistos, vão espalhando essa parasitose. Temos, ainda, como causa de disseminação da doença, a aglomeração ou superpovoamento das instalações, como nas criadeiras, por exemplo.

Prevenção e cura

Para evitar o aparecimento da eimeriose ou coccideose, devemos manter a limpeza e a higiene de forma rigorosa, empregar rações balanceadas contendo coccideostáticos, evitar a entrada de aves doentes ou com suspeita da doença e eliminar as doentes.

A cura da coccideose pode ser feita com a administração dos mesmos coccideostáticos empregados na sua prevenção ou com o uso de medicação específica.

Adubo para Grama

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Brucelose – doença perigosa para bovinos e bubalinos

COMO PLANTAR E CRIAR, DESTAQUES 13 de novembro de 2019

A brucelose é uma doença infecto-contagiosa que pode atacar muitos animais, inclusive seres humanos, mas é muito mais comum em bovinos e bubalinos. A causa desta doença, que pode trazer grandes prejuízos aos criadores, é a bactéria Brucella.

Os rebanhos bovinos, bubalinos, ovinos, suínos e ovinos são os mais afetados por esta doença que, como já mencionamos, pode causar grandes prejuízos aos criadores. Esses prejuízos ocorrem devido à redução da produção leiteira, aumento na taxa de abortos e de infertilidade do rebanho. Normalmente os abortos provocados pela brucelose ocorrem entre o quinto e sétimo mês de gestação.

O contágio é feito, normalmente, devido à introdução de animais infectados no rebanho. A bactéria é transmitida de animal para animal através de restos de parto, leite contaminado, fezes, sêmen e urina dos animais doentes. Os seres humanos também podem contrair essa doença. Este contágio ocorre, normalmente, devido à ingestão de leite cru e carne contaminada. Outro grande foco de contágio é o contato com a vacina dada aos animais. Desta forma o manuseio desta vacina, que é feita com bactérias vivas, deve ser realizado apenas por médicos veterinários.

A vacinação do rebanho é a alternativa mais eficiente para mantermos um rebanho livre da brucelose e evitar os prejuízos que esta doença poderia vir a causar. Quando um animal está infectado, os principais sintomas apresentados são dores musculares, febre, inflamação nos testículos e, como já mencionamos, abortos. Normalmente o que faz com que um criador suspeite que haja um foco de brucelose em seu rebanho é a concentração de abortos no período já mencionado, ou seja, quando ocorrem muitos abortos e todos entre o quinto e sétimo mês de gestação.

A preocupação com essa doença é cada vez maior em todo o Brasil, pois a profissionalização e modernização de toda a pecuária brasileira se baseia no constante aumento da qualidade e da produtividade dos rebanhos. Para isso, manter a saúde dos rebanhos é imprescindível, principalmente para que o produto da pecuária nacional seja cada vez mais aceito no mercado internacional.

A vacinação contra a brucelose deve ser aplicada em dose única, em novilhas e fêmeas bubalinas que tenham entre três e oito meses de idade. Após a vacinação, estes animais deverão ser marcados, para que não haja a possibilidade de receberem outra dose da vacina. Como já mencionamos, devido ao perigo que esta vacina pode representar para os aplicadores, apenas médicos veterinários deverão efetuar esta operação e, depois, emitir o atestado de vacinação.

Como a prática da vacinação contra a brucelose deve ser repetida anualmente, nos animais que ainda não tiverem recebido a vacina e que estejam na faixa de idade adequada, o recomendável é que o criador efetue a vacinação sempre no mês de julho.

A marcação dos animais, após a vacinação, é uma prática que alguns criadores não gostam, por alegarem que o couro é danificado, além de causar estresse. De qualquer forma, este é um tópico polêmico, pois outros criadores afirmam que, com a marcação feita em locais propícios, não há desvalorização do couro e que esta operação não causaria estresse nos animais.

Adubo para Grama

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