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Investimentos em tecnologia agropecuária

DESTAQUES, Investimentos em tecnologia agropecuária 11 horas atrás

Existe uma grande diferença entre um produtor e um empresário rural. Não é apenas uma diferença de nomenclatura e sim uma diferença conceitual. A visão empresarial do campo não deve ser desprezada. Para que qualquer atividade econômica funcione de acordo com as expectativas, os investimentos serão sempre necessários. De um modo geral, é sempre assim: quanto mais se investe, maiores os resultados. Apesar disso, o volume de investimentos não é nada, se não for utilizado com sabedoria e objetividade.

Atualmente, os investimentos no setor de tecnologia vêm sendo os mais rentáveis. O que faz um produtor se destacar em relação aos outros é a sua capacidade de utilizar novas tecnologias da melhor maneira possível, tornando os seus produtos mais competitivos ou mesmo tornando-se um líder der mercado, pela utilização mais rápida de uma nova tecnologia.

Os investimentos podem ser feitos nas áreas de produção ou administrativa. No setor agrícola, por exemplo, máquinas e colheitadeiras mais modernas podem diminuir o custo de produção e acelerar o processo de colheita ou de plantio, fazendo com que os resultados sejam maiores e mais rápidos.

No setor pecuário, no gado leiteiro, por exemplo, o investimento em aparelhos de ordenha mecânica é sempre bem rentável, produzindo um leite de qualidade superior e que alcança maiores preços de mercado. Tudo é uma questão de quanto se vai investir e a capacidade desse investimento se transformar em lucros para o produtor rural.

Uma das áreas onde o campo está, ainda, pouco modernizado é no setor administrativo. Nenhum empreendimento pode ser devidamente lucrativo sem um controle de produção e administrativo adequado, para tal, a informática é imprescindível. A utilização de microcomputadores na gestão administrativa, controle de resultados e projeções de vendas receitas, investimentos e despesas possibilita ao empresário rural tomar sempre as decisões mais acertadas, com o embasamento necessário. Auxiliando a área produtiva, sistemas informatizados de controle de matrizes, cruzamento de animais, inseminações artificiais, tempo para corte e uma ficha completa de cada animal também são informações vitais para o criador. Isso pode ser controlado com uma eficiência enorme, através de softwares específicos.

No setor agrícola, todas as informações sobre as plantações, dados sobre utilização de insumos, pulverizações, controle de pregas, adubação, tudo pode e deve ser controlado através de sistemas informatizados, evitando perdas, e aumentando os lucros do agricultor.

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Sucessão familiar no agronegócio é alternativa para a viabilidade dos negócios

ESPAÇO DO LEITOR, Sucessão familiar no agronegócio é alternativa para a viabilidade dos negócios 11 horas atrás

O setor de agronegócios representa um futuro muito rentável para o agricultor no Brasil, mesmo diante de todas as instabilidades econômicas, a produção de alimentos e insumos agrícolas lideram o mercado e mantêm o Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais. Mas, para a manutenção desse cenário, em curto e longo prazo, é preciso fomentar a consciência da preservação do negócio familiar, bem como, o planejamento da sucessão.

A agricultura familiar representa hoje 70% da produção de alimentos no país e há oito milhões de jovens, entre 15 e 29 anos, que vivem no campo, segundo dados do IBGE. Um pesquisa da Emater, de 2013, destaca que 54% dos homens e 74% das mulheres não pretendem continuar na zona rural. Esses dados refletem uma realidade de desconhecimento e despreparo desses jovens para a continuidade dos negócios da família. “Ainda hoje o planejamento sucessório é pouco adotado entre as famílias que se dedicam ao agronegócio. Com alguns cuidados e orientação, é possível continuar a ter um negócio rentável mesmo após o falecimento do patriarca”, por exemplo, comenta Dr. Ubirajara Costódio Filho, sócio-fundador do escritório de advocacia Hilú, Costódio & Caron Baptista.

Segundo ele, se o patrimônio não foi compartilhado em vida entre os herdeiros, nem houver testamento, os herdeiros poderão litigar, durante anos, no processo de inventário, para resolver a partilha dos bens. “Além da questão patrimonial propriamente dita, a falta de um planejamento sucessório adequado muitas vezes dá margem para litígios judiciais entre os herdeiros, por longos anos, sobre quem assumirá a direção da empresa e negócios, o que gera muitos prejuízos e insegurança para todos. Por outro lado, se o patriarca não quiser passar tudo ainda em vida, pode deixar um testamento e celebrar acordo de sócios para preestabelecer as diretrizes de sucessão na empresa”, esclarece o advogado.

Além disso, a ausência de tal planejamento acaba custando mais caro, pois as despesas com tributos e inventário onerarão os herdeiros, sem que estes tenham se preparado para suportar tais encargos.  “Essas são algumas das razões que explicam as inúmeras vantagens do planejamento sucessório”, conclui Costódio Filho.

Manter a empresa na família passa também por iniciar uma gestão compartilhada, com a troca de experiências entre duas gerações (pais e filhos) pode ser fundamental para a gestão do negócio, garantindo seu crescimento e prever possíveis riscos que possam comprometer os resultados financeiros de toda a família.

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A Importância do Marketing no setor agropecuário

A Importância do Marketing no setor agropecuário, ESPAÇO DO LEITOR 24 de janeiro de 2020

O marketing (parte da administração de empresas voltada para as estratégias de mercado) é uma das mais poderosas armas para se aumentar vendas, negócios e os lucros de qualquer empresa. Por que isso deveria ser diferente no setor agropecuário? É claro que não deve ser, mas o marketing ainda não é uma estratégia tão difundida e utilizada na agropecuária quanto nos demais setores da economia.

Grandes empresas nacionais e estrangeiras, nos mais diversos segmentos como veterinária, maquinário agrícola, insumos, etc. já utilizam avançadas estratégias de mercado para aumentar e manter suas posições de liderança. O que chama a atenção no setor rural é que pequenas e médias empresas (incluindo os agricultores e pecuaristas), ainda não perceberam a importância de investir em marketing e divulgar seus produtos o que, certamente, aumentaria sua penetração no mercado e seria um diferencial sobre a concorrência.

Já existem casos muito bem sucedidos de fazendas de gado leiteiro ou de gado de corte que criaram marcas que, atualmente, são amplamente conhecidas em âmbito regional ou mesmo nacional. Difundindo-se o produto ao para o consumidor final, isso faz com que os pontos de venda procurem atender à demanda consumidora, facilitando a venda do produtor para atacadistas, distribuidores, entrepostos comercias e mesmo para os pontos de venda, como grandes redes de supermercados.

Esta estratégia de fazer com que o produto agropecuário obtenha um reconhecimento por parte do público final é a melhor arma para se utilizar nas negociações com os intermediários, que vislumbram maiores lucros e compram mais.

Todo produtor deve ter em mente que a receita para o sucesso, como em toda a empresa de qualquer setor é:

– Ter bons produtos, com boa qualidade;
– Preços competitivos, mesmo que pouco superiores ao da concorrência mais próxima;
– Adotar estratégias mercadológicas eficientes, entre elas, a publicidade dirigida;
– Dispor de uma boa rede de distribuição, que pode ser ampliada graças à utilização de boas estratégias de marketing.

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Transporte e armazenamento da produção agrícola no Brasil

ESPAÇO DO LEITOR, Transporte e armazenamento da produção agrícola no Brasil 24 de janeiro de 2020

Com o crescimento da produção agrícola brasileira e a necessidade de competitividade no mercado internacional, um antigo problema passou a ser cada vez mais relevante nesse panorama: a infra-estrutura de transportes e armazenamento da produção.

Com décadas de poucos investimentos no setor de transportes, a malha rodoviária brasileira se deteriorou, cresceu muito pouco e é responsável por grandes perdas, atrasos e elevação no custo final das mercadorias. Além disso, a malha ferroviária, insuficiente, também se deteriorou e ainda é pouco utilizada. Para completar o quadro, só agora os portos brasileiros começam a ficar mais ágeis, mas ainda é necessário mudar muita coisa para que eles se adeqüem aos padrões de qualidade e produtividade dos principais centros exportadores do mundo.

Todo o processo logístico envolvido no agronegócio é vital para o crescimento do setor e, desta forma, está sendo tratado com toda a importância devida, tanto pelo governo quanto pelos empresários do agronegócio nacional. Por esta razão, o Governo Federal, através do Ministério dos transportes e o da Agricultura, está reavaliando a necessidade de investimentos em diversos pontos estratégicos de escoamento da produção agrícola. Ainda, alguns governos estaduais, como o do estado de São Paulo, estão fazendo investimentos na malha viária, de forma a atender as necessidades mais urgentes para o transporte da produção. Os investimentos, muitas vezes, acabam saindo dos bolsos da iniciativa privada.

Existem algumas alternativas para a melhoria do escoamento da produção que, na maioria das vezes, precisa ser transportada de áreas localizadas no interior do País, até os portos. O transporte ferroviário requer investimentos elevados, mas o custo da tonelada transportada é bastante atrativo. Outra alternativa, útil em alguns casos, é o transporte marítimo de cabotagem, ou seja, o transporte da produção por navios, de um ponto a outro na costa brasileira, para atender o mercado interno ou, ainda, para levar a produção para os grandes portos, para que seja embarcada em grandes navios, com destino ao exterior.

A questão do armazenamento é tão importante quanto a do transporte, fazendo parte do processo logístico. Essa questão é muito importante para que não tenhamos grandes perdas na produção, pois sem uma capacidade adequada de armazenamento, muito da produção que não conseguir ser escoada em tempo, acaba se perdendo. Estas perdas acabam fazendo com que o custo final da mercadoria seja elevado e o produtor perca competitividade.

É necessário o aumento da capacidade de estocagem do País, principalmente para armazenagem de cereais e nas vias de escoamento da produção. O Brasil, devido à essa falta de infra-estrutura adequada, acaba tendo um custo superior ao de seus concorrentes mas, mesmo assim, ainda consegue ser competitivo na “guerra” pelo mercado internacional. Nesse bom momento que vive o agronegócio brasileiro e o Brasil precisa se tornar cada vez mais competitivo, o Governo e a iniciativa privada precisam realizar obras de infra-estrutura, tomar medidas definitivas e realizar investimentos significativos para acabar ou minimizar os problemas ligados à logística, tornando a agroindústria brasileira cada vez mais forte no mercado internacional e proporcionando aos brasileiros de todas as classes sociais alimentos mais baratos e de qualidade.

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Cooperativas e associações – diferenças e seu papel no crédito rural

ESPAÇO DO LEITOR 23 de janeiro de 2020

Muitas pessoas não sabem as diferenças essenciais que existem entre as associações e as cooperativas rurais. Em alguns casos, as cooperativas e as associações exercem papéis semelhantes, mas seus objetivos finais são bastante distintos.

As associações rurais, tanto as agrícolas quanto as pecuárias, visam unir os criadores ou agricultores, aumentando a força e o poder de compra e comercialização dos produtos agropecuários. É uma união de empresários rurais, não importando o seu tamanho ou riqueza, de maneira simples e focada. Na maioria das vezes as associações visam apenas a compra de insumos, em condições comerciais mais vantajosas para os associados.

As cooperativas são entidades jurídicas mais complexas, empresas que não só podem realizar as mesmas tarefas e funções desempenhadas pelas associações, mas também exercem um importante papel social e econômico. São empresas cuja administração é coletiva, com princípios baseados na própria democracia. Por ser uma empresa, a cooperativa é fundamentada nas características do capitalismo, visando o lucro, geração de riqueza e crescimento.

Como atribuição de uma cooperativa, podemos citar o fomento da própria atividade rural, através do crédito ao produtor, que pode ser viabilizado com capital da própria entidade ou com crédito governamental, recebido e repassado aos cooperados, em condições atrativas e viáveis para os negócios do campo.

O Governo federal, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibiliza diversas linhas de recursos direcionadas às cooperativas agropecuárias e de crédito agropecuário. Essas linhas de crédito são acessáveis diretamente com o BNDES ou através de outras instituições financeiras, credenciadas pelo Governo para o repasse das verbas às cooperativas e seus cooperados. Além do crédito disponibilizado pelo BNDES, o Banco do Brasil conta com uma linha de crédito destinada às cooperativa.

Todas estas linhas de crédito disponíveis são destinadas ao fomento da atividade agropecuária no Brasil, através do cooperativismo e que, em última análise, fomentam o aumento da produção, da produtividade no campo, vendas no mercado interno e as exportações. As exportações, por sua vez, são uma grande preocupação do Governo, que luta constantemente para que o Brasil aumente a sua participação no mercado mundial de produtos agropecuários.

Depois de conseguir o acesso às linhas de crédito, os produtores rurais utilizam estes recursos para capital de giro, custeio da produção, compra de insumos, maquinário agrícola e, ainda, investimentos necessários nos canais de distribuição e escoamento da produção.

As cooperativas, além de intermediarem a obtenção dos recursos mais baratos para a produção, podem exercer um papel semelhante ao das associações, comprando insumos com preços mais competitivos e cuidando do escoamento da produção de seus cooperados, de maneira mais eficiente.

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Como aumentar a produtividade e os lucros de um empreendimento rural

Como aumentar a produtividade e os lucros de um empreendimento rural, ESPAÇO DO LEITOR 23 de janeiro de 2020

Uma empresa rural, ou empreendimento, deve ser levado à sério e conduzido, sempre, com as melhores técnicas e com a melhor habilidade possível. É claro que cada empreendedor rural possui disponibilidades específicas, as quais podem ser fatores limitantes para o desenvolvimento do negócio. Entre os fatores que podem limitar ou impulsionar o negócio, podemos citar:

– disponibilidade de recursos para investimentos;

– recursos para capital de giro;

– infra-estrutura adequada para o empreendimento;

– conhecimento técnico;

– uma propriedade rural adequada ao projeto agropecuário e

– preparo administrativo e comercial.

É claro, que estes fatores não estão disponíveis para todos os produtores rurais, portanto estes devem ter a capacidade de saber aproveitar todos os recursos que estiverem disponíveis para desenvolver a sua atividade, da melhor maneira possível.

Cada um dos fatores acima citados devem ser avaliados, de maneira geral e específica. Vamos, aqui, fazer uma simulação para que o produtor possa analisar o seu próprio negócio e tire as suas conclusões de como aproveitar melhor os seus recursos.

 
Disponibilidade recursos para investimentos

Primeiro, o empresário rural deve se perguntar, levando em consideração que este é o capital necessário para iniciar a produção (por exemplo, quanto custa para preparar a terra e para semear toda a lavoura, além dos custos de infra-estrutura inicial):

– Quanto eu disponho para investir no negócio?

– Este capital é próprio ou é dinheiro emprestado?

– Se for capital de terceiros, como deverá ser pago?

 
Recursos para capital de giro

Estes são os recursos financeiros que o produtor rural precisa para manter a lavoura ou criação, até que esta possa dar retorno, além dos recursos necessários para a sua própria sobrevivência, durante este período. As perguntas a serem feitas são:

– Quanto tempo o meu empreendimento leva para gerar receita?

– Qual é o custo mensal de manutenção do negócio (funcionários, insumos, manutenção, etc.)?

– Qual é o meu custo, para que eu possa manter minha família, num determinado padrão de vida?

 
Infra-estrutura adequada para o empreendimento

Para tal, o empresário do campo deve se perguntar:

– Que tipo de mão-de-obra eu necessito e quantas pessoas?

– Quais máquinas e implementos serão utilizados?

– Que tipo de instalações serão necessárias?

– Que tipo de infra-estrutura administrativa e comercial será utilizada?

 
Conhecimento técnico

O conhecimento técnico compreende a prática em lidar com uma determinada atividade e os conhecimentos científicos envolvidos nesta atividade. Para isso, o produtor deve se perguntar:

– Já tenho prática suficiente nesta atividade de produção?

– Domino inteiramente os conhecimentos técnicos e científicos necessários?

 
Propriedade rural adequada ao projeto agropecuário

Dependendo do tipo de produção a ser empreendida, o produtor deverá se perguntar:

– A topografia, tipo de solo, clima e localização da propriedade são adequadas ao tipo de empreendimento que tenho ou desejo iniciar?

– Quais os tipos de negócios agropecuários podem ser desenvolvidos, tirando-se as maiores vantagens das características da minha propriedade?

 
Preparo administrativo e comercial

O preparo administrativo e comercial compreendem a capacidade de administrar a produção e comercializá-la. Para isso, o produtor deverá se perguntar:

– Possuo capacidade administrativa adequada para conduzir o negócio da melhor maneira possível?

– Conheço todo o processo e os canais de comercialização mais indicados para o escoamento da produção?

 
 
Conclusões

Após uma auto-análise, como a sugerida acima, o produtor rural deverá, com critério e seriedade, determinar quais das necessidades que ele próprio poderá suprir e quais deverão ou poderão ser supridas com auxílio de terceiros. Por exemplo, em caso de falta de recursos financeiros, seja para investimentos ou capital de giro, um financiamento ou crédito agrícola podem ser a solução. No caso de falta de conhecimento técnico em alguma área, a contratação de funcionários, consultores técnicos ou mesmo o auxílio de técnicos das cooperativas ou associações poderão solucionar muitos problemas.

De qualquer forma, o empresário rural deverá agir com bom senso, nunca dando “passos maiores que as próprias pernas” e nunca superestimar as suas próprias capacidades. Quando as necessidades do empreendimento não puderem ser supridas pelo próprio produtor, nem com capital ou auxílio de terceiros, o negócio deve ser repensado ou adequado à realidade do produtor. 

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A Importância da criatividade para o pequeno produtor

A Importância da criatividade para o pequeno produtor, ESPAÇO DO LEITOR 22 de janeiro de 2020

A falta de disponibilidade de recursos materiais e, principalmente, financeiros sempre foram e continuam sendo os maiores problemas do pequeno produtor rural. Muitas vezes, a época de plantio está chegando e o agricultor não conseguiu levantar os recursos necessários para iniciar esta importante tarefa.

As formas tradicionais de captação de recursos como a utilização de crédito agrícola ou empréstimos em bancos nem sempre são alcançadas. Além disso, as taxas de juros pagas pelos agricultores e pecuaristas, muitas vezes, chegam a inviabilizar o próprio negócio.

Tendo em vista que o capital mais barato é o capital próprio, o produtor deve se perguntar se não existe, para ele, uma outra forma de conseguir levantar o capital necessário para dar continuidade ou para ampliar seu agronegócio.

Muitas vezes, a resposta está mais próxima do que se imagina, dentro da própria propriedade rural. Muitos produtores rurais, lançaram mão de métodos nada ortodoxos para conseguir levantar capital ou mesmo para gerar renda alternativa. Muitas fazendas e sítios, hoje, figuram como pólos de turismo ecológico, onde o proprietário cobra pela entrada em suas terras e pela oportunidade dos turistas desfrutarem das belezas naturais que só o proprietário e seus convidados, anteriormente, desfrutavam. Lagos, dentro de fazendas e sítios, tornaram-se pesqueiros, cachoeiras viraram áreas de lazer com direito a piscina natural, foram criadas estruturas de conforto e lazer, pelas quais os visitantes são cobrados, como refeitórios com várias opções de pratos, banheiros, dormitórios, camping, etc.

Além da “opção turística”, o produtor rural pode optar por utilizar algum recurso natural, que não prejudique o meio-ambiente, e gerar renda adicional. Muitas vezes, utilizar um lago ou açude para a piscicultura, utilizar uma cultura ou criação paralela, de baixo custo, para financiar sua atividade principal ou mesmo alugar equipamentos e máquinas, como tratores, arados, colheitadeiras, entre outros e, dessa forma, encontrar um meio mais barato e eficiente de auto-financiar sua atividade principal.

A criatividade é uma peça chave em todas as profissões e atividades produtivas. No nosso país, onde a vida do pequeno produtor rural já é tão complicada, a criatividade, com responsabilidade, pode ser um importante diferencial para o sucesso.

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A Importância das Cooperativas Agropecuárias

A Importância das Cooperativas Agropecuárias, ESPAÇO DO LEITOR 22 de janeiro de 2020

Qualquer atividade agropecuária nada mais é do que uma atividade econômica onde o produtor planta, cria, produz e muitas vezes até industrializa, tendo como finalidade escoar seu produto e obter lucros com isso. Esse é o objetivo final do produtor rural obter lucro com a sua produção. Tendo isso em mente, todo o processo produtivo, administrativo e comercial precisa ser bem feito e bem planejado. Muitas vezes, um produtor não consegue atingir suas metas, simplesmente por não ter feito um planejamento eficiente e o maior erro ou “furo” no planejamento é não ter meios eficientes para escoar a produção. É aí que pode entrar a atuação das cooperativas agrícolas.

Quais são as funções das cooperativas agrícolas? No que elas podem auxiliar os produtores rurais? Originalmente, e por vocação principal, as cooperativas agrícolas servem para conseguir escoar, da melhor maneira possível, a produção agropecuária. Um produtor de leite, por exemplo, pode vender toda a sua produção para uma cooperativa de produtores de leite, sem ter que se preocupar em correr atrás de compradores e de bons preços para seus produtos. Os preços de compra praticados pelas cooperativas costumam ser razoáveis e justos, pois se isso não ocorre, os próprios cooperados vão querer saber as razões e corrigir possíveis injustiças.

Com o produto da produção de muitos produtores rurais, as cooperativas conseguem fazer grandes negócios, inclusive na área de exportação. São negócios que, individualmente, os cooperados nunca teriam condições de efetuar.

Além da parte comercial, a maioria das cooperativas mantém uma equipe de técnicos, veterinários e agrônomos para dar suporte aos produtores, garantindo maiores e melhores produções, o que é interesse tanto do cooperado quanto da cooperativa. Essa assessoria técnica é muito valiosa, principalmente, para quem está iniciando a sua produção. Se um proprietário rural pretende iniciar uma plantação ou criação, deve sempre procurar a cooperativa mais próxima, filiar-se e começar a usufruir das facilidades que esta lhe oferecer. As cooperativas também prestam serviços para o produtor, como o beneficiamento de café, pasteurização de leite, embalagem de produtos, etc.

Muitas vezes, os benefícios são indiretos, como acabar se relacionando com outros produtores e conseguir informações vitais para o empreendimento. É um lugar de referência, utilizado para contratação de mão de obra, fonte de informações e auxílio técnico, comercialização da produção e, ainda, onde se compra materiais e produtos agropecuários, pois a maioria das cooperativas dispõe de uma ou mais lojas para atender não só os cooperados mas como toda a comunidade local.

Existem cerca de 1000 cooperativas espalhadas por todo o país. Muitas delas, são cooperativas especializadas em um determinado tipo de produto. Por exemplo, cooperativa de produtores de cana ou de criadores de gado ou de produtores de café, etc. Se na mesma região, o produtor rural puder optar entre duas ou mais cooperativas, este deve verificar quais são as vantagens que cada uma oferece e se decidir pela melhor. Muitas vezes, é interessante fazer parte de mais de uma cooperativa, pois as vantagens podem ser complementares e, em certos casos, uma cooperativa pode estar praticando preços mas vantajosos. É apenas uma questão de analisar o que cada uma oferece.

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A laranja brasileira

A laranja brasileira, ESPAÇO DO LEITOR 21 de janeiro de 2020

No panorama rural brasileiro, a plantação de laranjas é uma das atividades de maior destaque. É um mercado muito grande e rentável, onde se encontram grandes nomes como Cutrale ou Fittipaldi.

O mercado da laranja no Brasil é muito grande, mas o mercado externo é muito mais atrativo, principalmente no que diz respeito aos Estados Unidos. Apesar disso, a maior barreira encontrada pelo produto brasileiro no exterior é, justamente, o mercado americano. Donos da maior produção do planeta, os americanos são muito seletivos quanto às importações deste produto, o que dificulta muito o acesso a este gigantesco mercado.

Com um destaque na mídia muito grande, que já rendeu até mesmo comemorações de vitórias na Fórmula Indy com suco de laranja brasileiro (é claro, a comemoração foi feita por Emerson Fittipaldi), o suco de laranja brasileiro, principal produto feito à partir desta fruta, é responsável por uma das maiores receitas de exportação do agribusiness brasileiro.

No Estado de São Paulo encontra-se a principal região produtora de suco de laranja, fazendo dessa atividade a fonte de riqueza de cidades como Sertãozinho, que deve sua prosperidade e seu padrão de vida de primeiro mundo à produção e comercialização de laranjas e, principalmente, ao suco de laranja.

Os principais produtores de suco de laranja no País, como o grupo Cutrale, estão conseguindo “dobrar” o mercado americano e, até mesmo, fazer parte dele através da aquisição de terras e indústrias naquele país, fazendo com que a participação brasileira no mercado dos Estados Unidos seja cada vez mais expressiva.

As técnicas agrícolas utilizadas nestas plantações são as mais modernas do mundo. Um verdadeiro “exército” de técnicos agrícolas, engenheiros agrônomos e trabalhadores rurais são utilizados para garantir a qualidade e a produtividade das lavouras. Também são utilizados os mais modernos equipamentos disponíveis, como tratores, arados mecânicos, sistemas de irrigação, pulverização através de aviões e helicópteros, etc.

Depois do processo de produção e colheita da safra, o mais importante é o processo de fabricação do suco, que deve atender aos mais exigentes padrões de qualidade. Além de precisar ser aprovado pelos padrões de qualidade brasileiros, o produto precisa ser capaz de ser aceito pelo mercado externo que, dependendo do país para onde o produto vai ser exportado, pode ser mais difícil.

Apesar da importância de todo o processo agrícola e industrial, para que o produtor alcance o mercado de forma satisfatória é necessário que exista um eficiente sistema de distribuição, comercialização e exportação do suco. Isto é o que faz toda a diferença para o produtor ou indústria de suco. Sem que haja uma distribuição eficiente, de nada adianta ter grandes produções. Este é o principal diferencial das grandes indústrias de suco no Brasil ou em qualquer lugar do mundo.

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Controle administrativo da produção rural

Controle administrativo da produção rural, ESPAÇO DO LEITOR 21 de janeiro de 2020

Por ser uma empresa, a fazenda deve ter todos os elementos que a envolvem pensados administrativamente. Por isto, o proprietário rural não pode se esquecer de seu controle como um todo, através das benfeitorias, do aparelhamento, das ferramentas, dos valores a receber, dos animais, das colheitas e dos funcionários. Deve ter em mente tudo o que gera atividades de exploração, despesas ou receitas na propriedade. Uma contabilidade bem feita durante todo o ano (e que não se limita somente aos balanços anuais) ajuda muito neste controle.

Alguns pontos que devem ser analisados em uma fazenda:

-a mão-de-obra: onde se deve registrar o controle do horário de trabalho, as atividades feitas pelos funcionários, as folhas de pagamento, as férias, as obrigações trabalhistas e previdenciárias, os pagamentos;

-as atividades das máquinas e veículos: aqui deve-se observar as horas diárias ou os quilômetros percorridos, os trabalhos realizados, o consumo de combustível, a manutenção

-os estoques de produtos e de insumos

-o movimento financeiro: atenção para as entradas e saídas de caixa e para o resumo mensal de despesas e receitas, para acompanhamento e comparação com o plano de caixa.

As produções específicas de uma fazenda (como produção de leite, gado de corte, plantações etc.) também devem ser levadas em conta a partir de suas necessidades e demandas.

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