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Ministérios divergem sobre Bolsa Estiagem enquanto produtores perdem safra com a seca no RS

ESPAÇO DO LEITOR, Ministérios divergem sobre Bolsa Estiagem enquanto produtores perdem safra com a seca no RS 45 minutos atrás

Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado cobra benefício do Ministério da Cidadania, mas pasta diz que responsabilidade é da Agricultura e do Desenvolvimento Regional.

Pequenos agricultores gaúchos têm registrado severas perdas na produção por causa da estiagem, afirma a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS). A entidade tem solicitado um auxílio, que vem sendo chamado de Bolsa Estiagem, mas reclama que até este momento, a reivindicação não foi atendida. No governo, há divergências entre ministério sobre de quem é a responsabilidade de implantar a medida.

De acordo com o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, desde o início do ano há a solicitação para a liberação da Bolsa Estiagem, que consiste em um salário mínimo por família durante três meses. Ele conta que em janeiro conversou com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e que, em fevereiro, houve reuniões sobre o assunto.

“Em março, tive uma conversa pessoalmente com o Onyx Lorenzoni, em Brasília, e ele garantiu que sairia. Mas até agora não saiu nada e não tem nem resposta. Isso está nos agoniando, porque quem é pequeno já está passando muita dificuldade”, diz Silva. O presidente da Fetag-RS diz que Tereza Cristina iria intermediar a conversa com a Cidadania, mas afirma que também não houve avanço.

Procurado por Globo Rural, o Ministério da Cidadania informou, inicialmente, que a demanda estaria a cargo do Ministério da Agricultura. A pasta chefiada pela ministra Tereza Cristina, por sua vez, também informou pela assessoria que o benefício seria de competência da pasta chefiada por Onyx Lorenzoni.

Em um novo contato com a assessoria do Ministério da Cidadania, a reportagem recebeu uma nova informação. A de que os recursos necessários para o atendimento dos pequenos produtores gaúchos sairia da Defesa Civil, subordinada ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Procurado, o MDR informou, também via assessoria, não ter conhecimento do assunto.

Enquanto isso, entre 100 mil e 120 mil famílias do Rio Grande do Sul, com módulos pequenos entre quatro e seis hectares, têm registrado perdas de 40% a 80% por conta da seca, de acordo com as estimativas da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS).

“Como a estiagem está muito forte, esses produtores estão ficando sem renda, por isso o benefício é urgente. Tem município que está com dificuldade até para tomar água”

Silva relata que a situação está pior na região central do Estado, no Sul e no Vale do Taquari, mas todo o RS tem perdas. “Milho no cedo tem perdas em torno de 30%, e a safrinha não vai ter colheitas porque não tem chuva para isso. Na soja, a quebra registrada é de 45% a 50%. O leite também está caindo, porque a seca está afetando a silagem e não chove para o pasto dos animais. Hortifrutigranjeiro tem mais irrigação, mas mesmo assim está secando os reservatórios.”

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Pesquisador da Embrapa assumirá a presidência da CTNBio

ESPAÇO DO LEITOR, Pesquisador da Embrapa assumirá a presidência da CTNBio 2 horas atrás

Comissão é órgão máximo em biossegurança de organismos geneticamente modificados no país.

O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Paulo Augusto Vianna Barroso foi designado presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) a partir de 19 de abril. A CTNBio é órgão máximo em biossegurança de organismos geneticamente modificados no país.

Para os próximos dois anos, Barroso disse planejar manter o foco na biossegurança. “Embora as questões de biossegurança não sejam os maiores empecilhos, a CTNBio buscará, dentro do seu escopo, promover que um maior número de instituições possa desenvolver pesquisas que gerem produtos baseados em organismos geneticamente modificados (OGMs)”, disse.

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Pesquisador da Embrapa assumirá a presidência da CTNBio

ESPAÇO DO LEITOR, Pesquisador da Embrapa assumirá a presidência da CTNBio 2 horas atrás

Comissão é órgão máximo em biossegurança de organismos geneticamente modificados no país.

O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Paulo Augusto Vianna Barroso foi designado presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) a partir de 19 de abril. A CTNBio é órgão máximo em biossegurança de organismos geneticamente modificados no país.

Para os próximos dois anos, Barroso disse planejar manter o foco na biossegurança. “Embora as questões de biossegurança não sejam os maiores empecilhos, a CTNBio buscará, dentro do seu escopo, promover que um maior número de instituições possa desenvolver pesquisas que gerem produtos baseados em organismos geneticamente modificados (OGMs)”, disse.

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Pandemia derruba preços dos alimentos e economia mundial terá recessão em 2020, diz FAO

diz FAO, ESPAÇO DO LEITOR, Pandemia derruba preços dos alimentos e economia mundial terá recessão em 2020 3 de abril de 2020

Medidas de contenção ao coronavírus implementadas em muitos países têm alterado oferta e demanda internacional

Os preços dos alimentos em todo o mundo caíram acentuadamente em março devido, principalmente, à redução na demanda como efeito da pandemia do coronavírus e à queda nos preços do petróleo causada pela desaceleração econômica.

O Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, sigla em inglês), que acompanha mensalmente as mudanças nos preços internacionais de produtos, recuou 4,3% em relação a fevereiro.

O açúcar foi o item com maior queda, de 19,1% em comparação ao mês anterior. O motivo foi a menor demanda por consumo fora de casa, em razão das medidas de confinamento, e a menor demanda por produtores de etanol devido à forte queda nos preços do petróleo.

O preço do óleo vegetal medidos pela FAO caiu 12% em um mês, em consequência à queda nos preços do óleo de palma, associada à redução nos preços do petróleo mineral e às incertezas sobre o impacto da pandemia.

Também houve queda no índice de preços dos produtos lácteos (-3%), carnes (-0,6%) e cereais (-1,9%) em relação a fevereiro. Por outro lado, o arroz teve alta pelo terceiro mês consecutivo.

Recessão econômica

A economia global deve encolher 0,9% em 2020 devido à pandemia do coronavírus, segundo conclusão do novo relatório divulgado pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc, na sigla em inglês).

Antes do surto da doença, era esperada uma modesta expansão na economia mundial de 2,5% este ano, conforme relatado na Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2020. O estudo aponta que países que dependem particularmente das exportações de commodities enfrentam riscos elevados e a crise terá impacto adverso no desenvolvimento sustentável.

“O recente colapso dos preços globais de commodities está afetando as sombrias perspectivas fiscais de muitas economias exportadoras de commodities, muitas das quais ainda não se recuperaram totalmente dos efeitos posteriores do acentuado declínio dos preços de commodities em 2014-2016”

O relatório ainda cita que o cenário pode forçar muitos governos a reduzir drasticamente os gastos públicos em um momento em que precisam aumentá-los para conter a pandemia. Além disso, diz que o coronavírus pode comprometer esforços para erradicação da pobreza, retardando as metas para o desenvolvimento sustentável.

“Uma economia devastada pela pandemia que interrompe coloca em risco o emprego de muitas pessoas – na forma de renda mais baixa, menos horas de trabalho remuneradas ou desemprego total. Sem o apoio imediato do governo, as famílias poderiam cair rapidamente na pobreza, revertendo os ganhos passados”, afirma o documento.

Cooperação internacional

O relatório ressalta ainda que entidades multilaterais, incluindo o FMI e o Banco Mundial, já disponibilizaram recursos significativos para apoiar países que enfrentam restrições e desafios significativos de recursos ao lidar com as consequências da pandemia.

Os preços do petróleo caíram para o nível mais baixo em quase duas décadas, à medida que a demanda mundial se enfraquece em meio às crescentes restrições de viagens. As divergências de produção entre Rússia e Arábia Saudita estão aumentando a alta incerteza no mercado global.

“Os preços do petróleo caíram mais da metade no mês passado, o que catalisa um grande impacto sobre os biocombustíveis, que são uma importante fonte de demanda nos mercados de açúcar e óleos vegetais”, disse Peter Thoenes, analista da FAO.

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Pandemia derruba preços dos alimentos e economia mundial terá recessão em 2020, diz FAO

diz FAO, ESPAÇO DO LEITOR, Pandemia derruba preços dos alimentos e economia mundial terá recessão em 2020 3 de abril de 2020

Medidas de contenção ao coronavírus implementadas em muitos países têm alterado oferta e demanda internacional

Os preços dos alimentos em todo o mundo caíram acentuadamente em março devido, principalmente, à redução na demanda como efeito da pandemia do coronavírus e à queda nos preços do petróleo causada pela desaceleração econômica.

O Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, sigla em inglês), que acompanha mensalmente as mudanças nos preços internacionais de produtos, recuou 4,3% em relação a fevereiro.

O açúcar foi o item com maior queda, de 19,1% em comparação ao mês anterior. O motivo foi a menor demanda por consumo fora de casa, em razão das medidas de confinamento, e a menor demanda por produtores de etanol devido à forte queda nos preços do petróleo.

O preço do óleo vegetal medidos pela FAO caiu 12% em um mês, em consequência à queda nos preços do óleo de palma, associada à redução nos preços do petróleo mineral e às incertezas sobre o impacto da pandemia.

Também houve queda no índice de preços dos produtos lácteos (-3%), carnes (-0,6%) e cereais (-1,9%) em relação a fevereiro. Por outro lado, o arroz teve alta pelo terceiro mês consecutivo.

Recessão econômica

A economia global deve encolher 0,9% em 2020 devido à pandemia do coronavírus, segundo conclusão do novo relatório divulgado pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc, na sigla em inglês).

Antes do surto da doença, era esperada uma modesta expansão na economia mundial de 2,5% este ano, conforme relatado na Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2020. O estudo aponta que países que dependem particularmente das exportações de commodities enfrentam riscos elevados e a crise terá impacto adverso no desenvolvimento sustentável.

“O recente colapso dos preços globais de commodities está afetando as sombrias perspectivas fiscais de muitas economias exportadoras de commodities, muitas das quais ainda não se recuperaram totalmente dos efeitos posteriores do acentuado declínio dos preços de commodities em 2014-2016”

O relatório ainda cita que o cenário pode forçar muitos governos a reduzir drasticamente os gastos públicos em um momento em que precisam aumentá-los para conter a pandemia. Além disso, diz que o coronavírus pode comprometer esforços para erradicação da pobreza, retardando as metas para o desenvolvimento sustentável.

“Uma economia devastada pela pandemia que interrompe coloca em risco o emprego de muitas pessoas – na forma de renda mais baixa, menos horas de trabalho remuneradas ou desemprego total. Sem o apoio imediato do governo, as famílias poderiam cair rapidamente na pobreza, revertendo os ganhos passados”, afirma o documento.

Cooperação internacional

O relatório ressalta ainda que entidades multilaterais, incluindo o FMI e o Banco Mundial, já disponibilizaram recursos significativos para apoiar países que enfrentam restrições e desafios significativos de recursos ao lidar com as consequências da pandemia.

Os preços do petróleo caíram para o nível mais baixo em quase duas décadas, à medida que a demanda mundial se enfraquece em meio às crescentes restrições de viagens. As divergências de produção entre Rússia e Arábia Saudita estão aumentando a alta incerteza no mercado global.

“Os preços do petróleo caíram mais da metade no mês passado, o que catalisa um grande impacto sobre os biocombustíveis, que são uma importante fonte de demanda nos mercados de açúcar e óleos vegetais”, disse Peter Thoenes, analista da FAO.

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Pandemia derruba preços dos alimentos e economia mundial terá recessão em 2020, diz FAO

diz FAO, ESPAÇO DO LEITOR, Pandemia derruba preços dos alimentos e economia mundial terá recessão em 2020 3 de abril de 2020

Medidas de contenção ao coronavírus implementadas em muitos países têm alterado oferta e demanda internacional

Os preços dos alimentos em todo o mundo caíram acentuadamente em março devido, principalmente, à redução na demanda como efeito da pandemia do coronavírus e à queda nos preços do petróleo causada pela desaceleração econômica.

O Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, sigla em inglês), que acompanha mensalmente as mudanças nos preços internacionais de produtos, recuou 4,3% em relação a fevereiro.

O açúcar foi o item com maior queda, de 19,1% em comparação ao mês anterior. O motivo foi a menor demanda por consumo fora de casa, em razão das medidas de confinamento, e a menor demanda por produtores de etanol devido à forte queda nos preços do petróleo.

O preço do óleo vegetal medidos pela FAO caiu 12% em um mês, em consequência à queda nos preços do óleo de palma, associada à redução nos preços do petróleo mineral e às incertezas sobre o impacto da pandemia.

Também houve queda no índice de preços dos produtos lácteos (-3%), carnes (-0,6%) e cereais (-1,9%) em relação a fevereiro. Por outro lado, o arroz teve alta pelo terceiro mês consecutivo.

Recessão econômica

A economia global deve encolher 0,9% em 2020 devido à pandemia do coronavírus, segundo conclusão do novo relatório divulgado pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc, na sigla em inglês).

Antes do surto da doença, era esperada uma modesta expansão na economia mundial de 2,5% este ano, conforme relatado na Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2020. O estudo aponta que países que dependem particularmente das exportações de commodities enfrentam riscos elevados e a crise terá impacto adverso no desenvolvimento sustentável.

“O recente colapso dos preços globais de commodities está afetando as sombrias perspectivas fiscais de muitas economias exportadoras de commodities, muitas das quais ainda não se recuperaram totalmente dos efeitos posteriores do acentuado declínio dos preços de commodities em 2014-2016”

O relatório ainda cita que o cenário pode forçar muitos governos a reduzir drasticamente os gastos públicos em um momento em que precisam aumentá-los para conter a pandemia. Além disso, diz que o coronavírus pode comprometer esforços para erradicação da pobreza, retardando as metas para o desenvolvimento sustentável.

“Uma economia devastada pela pandemia que interrompe coloca em risco o emprego de muitas pessoas – na forma de renda mais baixa, menos horas de trabalho remuneradas ou desemprego total. Sem o apoio imediato do governo, as famílias poderiam cair rapidamente na pobreza, revertendo os ganhos passados”, afirma o documento.

Cooperação internacional

O relatório ressalta ainda que entidades multilaterais, incluindo o FMI e o Banco Mundial, já disponibilizaram recursos significativos para apoiar países que enfrentam restrições e desafios significativos de recursos ao lidar com as consequências da pandemia.

Os preços do petróleo caíram para o nível mais baixo em quase duas décadas, à medida que a demanda mundial se enfraquece em meio às crescentes restrições de viagens. As divergências de produção entre Rússia e Arábia Saudita estão aumentando a alta incerteza no mercado global.

“Os preços do petróleo caíram mais da metade no mês passado, o que catalisa um grande impacto sobre os biocombustíveis, que são uma importante fonte de demanda nos mercados de açúcar e óleos vegetais”, disse Peter Thoenes, analista da FAO.

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Adiamento de tributos ajudará agroindústrias a ter reserva de caixa na crise, diz CNA

diz CNA, ESPAÇO DO LEITOR 3 de abril de 2020

Com a decisão, anunciada pelo governo, as contribuições devidas entre abril e maio poderão ser pagas entre agosto e outubro de 2020

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que o adiamento do pagamento de PIS/Pasep e Cofins e da contribuição patronal pode ajudar as agroindústrias a terem uma reserva de caixa para tentar minimizar os impactos da crise do coronavírus.

Em nota, a entidade lembra que esta foi uma das propostas encaminhadas na semana passada aos ministros Paulo Guedes (Economia) e Tereza Cristina (Agricultura) “dentro de um conjunto de medidas tributárias para reduzir os prejuízos com a covid-19 ao setor”.

Com a decisão, anunciada pelo governo, as contribuições devidas entre abril e maio poderão ser pagas entre agosto e outubro deste ano.

“O diferimento permitirá que recursos financeiros permaneçam no caixa das empresas durante o período mais agudo da crise”

Ele avalia que outra medida importante anunciada pela equipe econômica foi a desoneração do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o crédito. Com isso, a alíquota será zerada por 90 dias, barateando o custo de linhas de crédito diferenciadas e especiais para atender o setor produtivo neste período.

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Adiamento de tributos ajudará agroindústrias a ter reserva de caixa na crise, diz CNA

Adiamento de tributos ajudará agroindústrias a ter reserva de caixa na crise, diz CNA, ESPAÇO DO LEITOR 3 de abril de 2020

Com a decisão, anunciada pelo governo, as contribuições devidas entre abril e maio poderão ser pagas entre agosto e outubro de 2020

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que o adiamento do pagamento de PIS/Pasep e Cofins e da contribuição patronal pode ajudar as agroindústrias a terem uma reserva de caixa para tentar minimizar os impactos da crise do coronavírus.

Em nota, a entidade lembra que esta foi uma das propostas encaminhadas na semana passada aos ministros Paulo Guedes (Economia) e Tereza Cristina (Agricultura) “dentro de um conjunto de medidas tributárias para reduzir os prejuízos com a covid-19 ao setor”.

Com a decisão, anunciada pelo governo, as contribuições devidas entre abril e maio poderão ser pagas entre agosto e outubro deste ano.

“O diferimento permitirá que recursos financeiros permaneçam no caixa das empresas durante o período mais agudo da crise”

Ele avalia que outra medida importante anunciada pela equipe econômica foi a desoneração do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o crédito. Com isso, a alíquota será zerada por 90 dias, barateando o custo de linhas de crédito diferenciadas e especiais para atender o setor produtivo neste período.

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Adiamento de tributos ajudará agroindústrias a ter reserva de caixa na crise, diz CNA

Adiamento de tributos ajudará agroindústrias a ter reserva de caixa na crise, diz CNA, ESPAÇO DO LEITOR 3 de abril de 2020

Com a decisão, anunciada pelo governo, as contribuições devidas entre abril e maio poderão ser pagas entre agosto e outubro de 2020

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que o adiamento do pagamento de PIS/Pasep e Cofins e da contribuição patronal pode ajudar as agroindústrias a terem uma reserva de caixa para tentar minimizar os impactos da crise do coronavírus.

Em nota, a entidade lembra que esta foi uma das propostas encaminhadas na semana passada aos ministros Paulo Guedes (Economia) e Tereza Cristina (Agricultura) “dentro de um conjunto de medidas tributárias para reduzir os prejuízos com a covid-19 ao setor”.

Com a decisão, anunciada pelo governo, as contribuições devidas entre abril e maio poderão ser pagas entre agosto e outubro deste ano.

“O diferimento permitirá que recursos financeiros permaneçam no caixa das empresas durante o período mais agudo da crise”

Ele avalia que outra medida importante anunciada pela equipe econômica foi a desoneração do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o crédito. Com isso, a alíquota será zerada por 90 dias, barateando o custo de linhas de crédito diferenciadas e especiais para atender o setor produtivo neste período.

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JBS abre 3 mil vagas de emprego no Brasil em meio à crise do coronavírus

ESPAÇO DO LEITOR, JBS abre 3 mil vagas de emprego no Brasil em meio à crise do coronavírus 2 de abril de 2020

Vagas, segundo a empresa, fazem parte do plano de admissões da companhia em todas as regiões do Brasil

A JBS anunciou, no fim da tarde desta quinta-feira (2/4), a abertura de 3 mil vagas de emprego, entre postos de trabalho diretos e indiretos. As vagas, segundo a empresa, fazem parte do plano de admissões da companhia em todas as regiões do Brasil.

Em teleconferência com analistas na semana passada, a JBS, que emprega 120 mil pessoas no Brasil, já havia se comprometido com a manutenção dos seus mais de 240 mil funcionários no mundo, além do investimento de R$ 8 bilhões no país nos próximos cinco anos.

A empresa também destacou que, para garantir a saúde e segurança nas fábricas, escritórios e centrais de distribuição, adotou uma série de medidas que seguem as orientações e protocolos de Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde, Estados e prefeituras.

Entre as ações definidas pela JBS, estão práticas para coibir a aglomeração de pessoas, higienização e desinfecção dos ambientes, afastamento de pessoas em grupo de risco, comunicação sistemática para prevenção e proteção individual, entre outras.

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